Renault Mégane
| Renault Mégane | |||
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| Visão Geral | |||
| Produção | Primeira geração: 1995 - 2001 Segunda geração: 2002 — 2008 Terceira geração: 2008 - Presente | ||
| Fabricante | Renault | ||
| Modelo | |||
| Classe | Pequenos Familiares / Classe C | ||
| Carroceria | Coupé Coupé Cabriolet Berlina Sport Tourer | ||
| Ficha técnica | |||
| Motor | TCe 130 CV 1.5 dCi 90 CV FAP ECO2 1.5 dCi 110 CV FAP ECO2 1.5 dCi 110 CV FAP ECO2 Cx. Aut. EDC 2.0 dCi 160 CV FAP | ||
| Modelos relacionados | Citroën C4 Citroën DS4 Citroën C4L (CAR Awards 2014[1]) Peugeot 308 (CAE 2014) Fiat Bravo Ford Focus Opel Astra Volkswagen Golf | ||
| Tanque | 60 litros | ||
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O Mégane é um pequeno familiar da Renault que é disponibilizado nas versões Coupé, Coupé Cabriolet, Berlina e Sport Tourer. Actualmente na sua terceira geração, possui uma oferta variada de motores que vai desde o TCe 130 CV ao 2.0 dCi 160 CV FAP, passando pelos Diesel 1.5 dCi (90 ou 110 CV) com ou sem caixa automática. Ficou conhecido por ser o primeiro familiar compacto a atingir as 5 estrelas nos crash test da EuroNCAP.
Em 2003, o Renault Mégane foi eleito o melhor carro do ano na Europa.
No Brasil
Primeira Geração
No Brasil, o Mégane começou a ser importado da Argentina em 1998, substituindo o Renault 19, com opção de hatch de 5 portas, nas versões RN 1.6 8v (90 cv) e RT 2.0 8v (115 cv), e sedan de 4 portas, nas versões RT 2.0 8v e RXE 2.0 8v. Em 2001, o modelo sofreu reestilização, ganhou Airbag duplo de série em todas as versões e teve o motor 1.6 8v trocado pelo K4M 1.6 16v (110 cv), além de ter as versões alteradas: tanto hatch quanto sedan agora eram vendidos nas versões RT e RXE, todas com motor 1.6, exceto o sedan RXE, que mantinha o 2.0 8v. Surgiram, ainda em 2001, as séries especiais Alizé (baseada na versão RT) e Egeus (baseada na versão RXE). Em 2002, o motor 2.0 8v da versão sedan RXE foi trocado pelo 2.0 16v de 138 cv usado no Renault Laguna. O Mégane hatch deixou de ser vendido no Brasil em 2003 e o sedan, somente em 2005.
Segunda Geração
Em março de 2006, a Renault passou a fabricar no Brasil a segunda geração do Mégane, agora com opção do sedan e da perua Grand Tour, ambos disponíveis nas versões Expression 1.6 16v, Dynamique 1.6 16v e Dynamique 2.0 16v, essa última com opção de câmbio automático de 4 marchas ou manual de 6. O hatch de segunda geração foi rejeitado no Brasil em pesquisas, devido ao seu visual excêntrico. Em maio de 2008, surgiu a versão Privilège 2.0 16v para ambas as carrocerias, equipada somente com câmbio automático de 4 marchas. Ainda em 2008, a Renault passou a importar da Europa o Megane Coupé Cabriolet, com motor 2.0 16v de 138 cv. Em abril de 2009, surgiu a série especial Extreme, com motor 1.6 ou 2.0 e disponível em ambas as carrocerias, apenas na cor Preta, com rodas e retrovisores na cor grafite, bancos com costuras vermelhas, saias esportivas, aerofólio traseiro e o parachoque dianteiro era semelhante ao do Mégane RS europeu. Em 2010, houve uma reestilização que alterou pequenos detalhes, como lanternas traseiras, grade dianteira com novos cromados e interior com novas cores. Além disso, a versão Privilège deixou o mercado, assim como o Coupé Cabriolet, enquanto a Dynamique ganhou equipamentos. Em novembro de 2010, o Megane sedan deixou o mercado, para a chegada do Renault Fluence e a Grand Tour deixou de ter opção de câmbio manual com motor 2.0. Em 2011, a Grand Tour perdeu as versões Expression 1.6 e Dynamique 2.0 Automática, restando apenas a versão Dynamique 1.6. No fim de 2012, para abrir espaço na fábrica para aumentar a produção do recém-lançado Renault Duster, a Renault anunciou o fim da produção da Grand Tour, justamente no momento em que o modelo batia recordes de venda no mercado brasileiro, devido ao preço atrativo. Assim, se encerrou a história do Mégane no Brasil, já que a terceira geração não viria.
Problemas crónicos conhecidos
O modelo Mégane III (2015) apresenta um problema crónico conhecido ao nível da construção do motor (em algumas dos lotes). Do processo de fabrico resultam micro-fissuras que após algum uso (geralmente nos primeiros 50.000km) resultam na indicação de um problema de motor pelo próprio carro, resultado da "quebra" do motor. A Renault Portugal reconhece esse defeito de fabrico, e quando ao abrigo da garantia, substitui os motores nos modelos afectados.
Galeria
Ver também
Referências
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