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	<title>Volkswagen AP - Histórico de revisões</title>
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	<subtitle>Histórico de edições para esta página nesta wiki</subtitle>
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		<id>https://wiki.nivel-teorico.com/index.php?title=Volkswagen_AP&amp;diff=804&amp;oldid=prev</id>
		<title>Calimero0000: uma edição</title>
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		<updated>2013-04-20T01:20:19Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;uma edição&lt;/p&gt;
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				&lt;tr class=&quot;diff-title&quot; lang=&quot;pt&quot;&gt;
				&lt;td colspan=&quot;1&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #202122; text-align: center;&quot;&gt;← Revisão anterior&lt;/td&gt;
				&lt;td colspan=&quot;1&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #202122; text-align: center;&quot;&gt;Revisão das 01h20min de 20 de abril de 2013&lt;/td&gt;
				&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-notice&quot; lang=&quot;pt&quot;&gt;&lt;div class=&quot;mw-diff-empty&quot;&gt;(Sem diferenças)&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/table&gt;</summary>
		<author><name>Calimero0000</name></author>
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		<title>200.132.136.248: /* Curiosidades */</title>
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		<updated>2013-02-26T14:43:30Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;span dir=&quot;auto&quot;&gt;&lt;span class=&quot;autocomment&quot;&gt;Curiosidades&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Volkswagen AP&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; (AP, sigla para alta performance, ou alta potência) é um  [[motor de combustão interna]] de 4 cilindros em linha, refrigerado a água, com bloco em [[ferro fundido]]&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.apostilasgratuitas.info/tuning/55-como-preparar-motores-ap Como preparar motores ap]&amp;lt;/ref&amp;gt;. O VW AP foi comercializado em três cilindradas diferentes: 1.6, 1.8 e 2.0&lt;br /&gt;
==Características==&lt;br /&gt;
Com um cabeçote de alumínio e comando de válvulas no cabeçote, esse motor passou a equipar os automóveis da [[Volkswagen]] no Brasil a partir de 1985. Trata-se de uma evolução dos motores VW MD, apresentados no [[VW Passat]] em 1974, sendo este uma versão brasileira do motor [[Audi 827]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O motor [[Audi]] 827 foi concebido pela equipe de [[Ludwig Kraus]], um antigo engenheiro de competições da Mercedes-Benz. Kurt Lotz, o então diretor geral do grupo Volkswagen, solicita o projeto de um novo motor com comando de válvulas no cabeçote, de construção simples, porém robusta, baseado no conceito do “Mitteldruckmotor” (motor de taxa de compressão intermediária entre o [[ciclo Otto]] e o [[ciclo Diesel]]). O projeto fora confiado ao engenheiro Fritz Hauk, outro especialista em motores de alta performance&amp;lt;ref&amp;gt;[http://alanfr.vilabol.uol.com.br/volkswagen_ap.htm Volkswagem AP]|&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De 1985 a 1987 foram oferecidas apenas duas versões, a AP-600 e a AP-800, respectivamente com 1,6 e 1,8 litros de cilindrada. Em 1988, foi introduzida a versão AP-2000, de 2 litros, motivo pelo qual as versões de menor deslocamento foram rebatizadas de AP-1600 e AP-1800.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Brasil, o Volkswagen AP equipou os seguintes veículos: [[Volkswagen Passat|Passat]], [[Volkswagen Santana|Santana]], [[Volkswagen Santana Quantum|Santana Quantum]], [[Volkswagen Gol|Gol]], [[Volkswagen Parati|Parati]], [[Volkswagen Voyage|Voyage]], [[Volkswagen Saveiro|Saveiro]], [[Volkswagen Apollo|Apollo]], [[Volkswagen Logus|Logus]], [[Volkswagen Pointer|Pointer]], [[Volkswagen Polo|Polo Classic]] e Van. Também equiparam alguns veículos [[Ford]]: [[Ford Del Rey|Del Rey]], [[Ford Belina|Belina]], [[Ford Pampa|Pampa]], [[Ford Escort|Escort]], [[Ford Verona|Verona]], [[Ford Versailles|Versailles e Royale]], em virtude da &amp;#039;&amp;#039;joint-venture&amp;#039;&amp;#039; com a VW chamada [[Autolatina]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Gurgel também utilizou o motor VW AP no jipe Carajás, nas versões: Gasolina, Álcool 1.8 com 97 cv (ambos usados no VW Santana); ou Diesel 1.6 com 50 cv (usado na VW Kombi Diesel).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A origem: o motor BR ==&lt;br /&gt;
O BR foi lançado no Passat em 1973, esse motor refrigerado a água foi um grande impacto. Contrariou inclusive um slogan da VW na época, que denegria os motores com refrigeração a água: “ar não ferve”, em referência aos seus clássicos Boxer refrigerados a ar. Em 1976 foi lançada a versão 1.6, denominada BS, equipando o esportivo Passat TS. Uma curiosidade é que o Passat TS a álcool só usou o motor 1.6 (BR) movido a álcool no seu último ano, 82, antes ele usava o motor 1.5 (BR) com o Solex Simples, devido à incompatibilidade do Solex Duplo Alemão com o combustível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1983 foi lançado o motor MD-270, chamado motor Torque, com alterações na taxa de compressão, comando e pistões, além de carburador de corpo duplo e ignição eletrônica de série, a qual em 1979 passou a equipar não apenas o Passat, mas também os modelos Voyage e Parati.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1984 passou a ser chamado de AP pois a sua versão anterior tinha bielas muito curtas de 136mm, o que ocasionava um motor batedor, ou seja, que vibrava muito devido ao tamanho pequeno das bielas. A versão 1.8 ainda possuía bielas menores quando foi lançada. Este motor equipou o primeiro Passat GTS Pointer, de 1984, Gol GT, em 1984, e Santana, em 1984 também, e ainda não se chamava AP, só foi denominada AP a versão com bielas maiores de 144mm que equipou a linha VW a partir de 1985, denominada AP 800 ou AP 800S, devido ao comando importado da alemanha, o tão famoso 049G. Mais tarde viria o AP 2000, que  equipava em 1988 o Gol GTI apresentado naquele ano no Salão do Automóvel, em São Paulo, daí as versões AP 600 e AP 800 seriam  rebatizadas de AP 1600 e AP 1800.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1995 chegava ao brasil o Golf Geração III, importado do México, trazendo uma nova era de motores, os famosos EA 837 &amp;quot;Cross-Flow&amp;quot; que equipava os Golf GLX e GTI. Motores com blocos de 259mm e Bielas de 159mm que ocasionavam uma rotação suave devido à menor vibração do motor, por ter bielas bem mais longas que os Motores AP de 144mm, o que melhorava consideravelmente a R/L do motor. (&amp;#039;&amp;#039;R&amp;#039;&amp;#039;adius&amp;#039;&amp;#039; (raio) / &amp;#039;&amp;#039;L&amp;#039;&amp;#039;ength&amp;#039;&amp;#039; (comprimento). Raio do virabrequim (metade do curso dos pistões) pelo comprimento, alusivo às bielas.)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o funcionamento do motor os pistões sobem e descem movimentando o virabrequim. A biela, que oscila de um lado para o outro à medida que o virabrequim gira, forma um ângulo com o plano do cilindro. É fácil entender que, quanto maior for o curso do virabrequim e mais curtas forem as bielas, mais acentuado será esse ângulo, tornando mais intensas as forças laterais dos pistões sobre os cilindros.&lt;br /&gt;
Quanto maior a força lateral, maiores serão as vibrações originadas de maiores forças de inércia, as quais respondem pela aspereza de funcionamento. É aí que entra a relação r/l: uma fórmula simples para saber se o comprimento das bielas é adequado ao curso dos pistões, um modo de saber até onde foi o cuidado dos engenheiros com esse aspecto de rendimento e prazer de dirigir.&lt;br /&gt;
O limite para uma relação r/l ideal é 0,3. Quanto maior a biela, melhor para o motor. Uma biela infinitamente longa seria o ideal, mas quanto mais longa, maior terá de ser sua resistência para que não venha a dobrar, empenar e/ou quebrar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==A denominação AP (Alta Performance)==&lt;br /&gt;
Em 1985 a Volkswagen do Brasil realizou um novo aprimoramento dos motores, que eram montados com as bielas fora das especificações dos motores VW alemães. As bielas dos motores MD-270 tinham apenas 136mm de comprimento, o que causava muita vibração e aspereza no funcionamento nos motores 1.8. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A solução encontrada foi alterar o comprimento da biela para 144mm, gerando um ótimo funcionamento do conjunto, mesmo nas versões 1.8. Com isso ganharam o apelido &amp;#039;&amp;#039;Bielão&amp;#039;&amp;#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ciclo Diesel==&lt;br /&gt;
O motor Volkswagen AP teve uma versão a diesel que equipava a Kombi nos anos 80. Era derivado dos motores 1.6 e 1.9 do Passat brasileiro e alemão a gasolina. Por ser montado na traseira, apresentava uma refrigeração deficiente, o que resultava em baixa vida útil. Também equipou algumas unidades da VW Saveiro, que foi um grande sucesso pois o motor ficava na frente do carro em formato longitudinal, que nunca pode ser vendida no mercado nacional porque o governo brasileiro restringiu o uso de motores diesel aos utilitários com capacidade de carga de no mínimo 1 tonelada, evitando que a Volkswagen lançasse modelos de carros populares, como o Gol, com esses motores podendo causar uma crise no petróleo, pois o óleo diesel naquela época valia a 34 centavos de real hoje. Esse motores eram muito confiáveis a não ser pela correia dentada que acionava não só o comando no cabeçote do motor como também a bomba (Bosch) de alimentação dos bicos injetores.&lt;br /&gt;
Outra característica era a injeção do tipo indireto usado nos 1.6 e 1.9 primeiros anos, o que fazia que eles precisassem de altas taxas de compressão (20 a 23:1). Os modelos atuais usam injeção direta de diesel.&lt;br /&gt;
Na Alemanha o 1.9 Diesel passou a ser eletronicamente gerenciado em 1996 e turbo-alimentado em 1998. Por lá estes motores são um sucesso pois são muito fortes, consomem muito pouco e chegam a fazer 28 km/l além possuírem um nível de ruido e necessidade de manutenção muito baixa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Injeção Eletrônica==&lt;br /&gt;
Foi o primeiro motor brasileiro a apresentar um sistema de [[injeção eletrônica]], em 1988, no Gol GTI.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo do tempo, este motor utilizou diversos sistemas de injeção eletrônica: Bosch LE Jetronic multiponto analógica (AP 2.0 de 1989 a 1994), FIC ECC-IV digital monoponto (AP 1.6 e AP 1.8 de 1995 a 1996), FIC ECC-IV digital multiponto (AP 2.0 de 1995 a 1996), Magneti Marelli 1AVB/1AVP multiponto seqüencial (1997 em diante, para todas as cilindradas).&lt;br /&gt;
No início, o sistema de injeção Bosch LE Jetronic apresentava falhas ao passar perto de torres de televisões e rádios devido a falta de blindagem do módulo de ignição eletrônica EZK, falha corrigida logo no início da produção. A injeção eletrônica trazia um marco ao nosso país pois os antigos carburadores bastante confiáveis, mas que tinham um nível de consumo alto, foram trocados pela injeção, e com isso esse nível foi baixado para até cerca de 20% e passava um pouco mais de confiabilidade ao motorista que freqüentemente afogava o carro pela manhã para poder ligá-lo. Na injeção, o simples toque da chave já ligava o motor e assim, podia-se sair sem aquece-lo previamente.&lt;br /&gt;
Mas como nem tudo são flores, a injeção eletrônica requer equipamentos apropriados e uma mão de obra especializada, o que eleva a sua mão de obra a pelo menos 4 vezes mais cara frente a manutenção do carburador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==16 Válvulas==&lt;br /&gt;
Em 1995 a Volkswagen do Brasil colocou no mercado uma versão do VW AP com cabeçote de 16 válvulas DOHC, que equipava o Gol GTI 16V. Tratava-se de uma versão melhorada do AP 2.0, com bloco mais alto e bielas mais longas de 159mm idênticas ao Golf GLX e GTI 1995-1998, no 2.0 foi um sucesso mas a volkswagen limitou a venda desses carros pois mais tarde iria implantar nos carros de baixa cilindrada como o 1.0, que não foi um sucesso pois causava superaquecimento devido ao radiador ser o mesmo tamanho do 1.0 8 válvulas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este cabeçote de 16 válvulas DOHC foi desenvolvido pelo engenheiro Fritz Indra, que então trabalhava no departamento de competições da Audi Performance. Possui a mesma arquitetura dos cabeçotes utilizados nos lendários [[Audi Quattro|Audi Quattro S1]]. Lembrando que esses cabeçotes foram utilizados no Audi 80,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==AP 1600 Total Flex==&lt;br /&gt;
Em 2003, a Volkswagen do Brasil colocou no mercado o &amp;#039;&amp;#039;Gol &amp;quot;Total Flex&amp;quot;&amp;#039;&amp;#039;, o primeiro veículo brasileiro que permitiu a utilização de álcool hidratado (E100), gasolina (E22) ou qualquer mistura entre os dois. Inaugurou um novo conceito de motorização que permite ao consumidor a escolha do combustível de acordo com sua necessidade: desempenho, autonomia ou economia.&lt;br /&gt;
Esses motores ganharam potência e  torque e em 2008 foram levemente reformulados, ganhando mais potência: de 97cv para 99 cv (gasolina) e de 99cv para 101 cv (Etanol). A partir de 2008 O motor AP continuou a ser fabricado para uso somente na Parati e no modelo AP1600 Total Flex.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Curiosidades==&lt;br /&gt;
* Devido à sua abundância no mercado, e seu baixo custo de manutenção e de reposição de peças, o motor AP 4 cilindros é um dos mais utilizados para preparação. &lt;br /&gt;
* Atualizando as informações sobre as potências alcançadas atualmente pelos motores VW AP de 4 cilindros:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Referências}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=={{ligações externas}}==&lt;br /&gt;
* [http://www.racemaster.com.br - Revista racemaster]&lt;br /&gt;
* [http://www.autodynamics.com.br - Revista Dragstrip]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Motores]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Tecnologias automotivas]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>200.132.136.248</name></author>
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