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	<title>Usuário(a):Rpez/Zero absoluto - Histórico de revisões</title>
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	<updated>2026-08-04T22:49:45Z</updated>
	<subtitle>Histórico de edições para esta página nesta wiki</subtitle>
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		<id>https://wiki.nivel-teorico.com/index.php?title=Usu%C3%A1rio(a):Rpez/Zero_absoluto&amp;diff=6027&amp;oldid=prev</id>
		<title>Calimero0000: uma edição</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nivel-teorico.com/index.php?title=Usu%C3%A1rio(a):Rpez/Zero_absoluto&amp;diff=6027&amp;oldid=prev"/>
		<updated>2013-05-03T11:40:29Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;uma edição&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;O &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;zero absoluto&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; é a menor [[temperatura]] teórica possível. Mais formalmente, é a temperatura na qual a [[entropia]] atinge seu valor mínimo e, segundo a interpretação clássica, a [[energia cinética]] e [[energia térmica|térmica]] valem zero. As [[termodinâmica|leis da termodinâmica]] afirmam que o zero absoluto não pode ser alcançado utilizando-se apenas métodos termodinâmicos. Um sistema no zero absoluto ainda possui a menor quantidade de energia possível segundo a [[mecânica quântica]] - a energia cinética de seu estado menos energético não pode ser removida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por convenção, o zero absoluto é definido como 0 K na escala Kelvin e -273,15°C na escala Celsius.&amp;lt;ref name=sib2115&amp;gt;{{cite web|title=Unit of thermodynamic temperature (kelvin)|pages=Seção 2.1.1.5 |url=http://www1.bipm.org/en/si/si_brochure/chapter2/2-1/2-1-1/kelvin.html|publisher=Bureau International des Poids et Mesures|date=13 Março 2010 1967}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;ref name=&amp;quot;arora&amp;quot;&amp;gt;{{cite book|title=Thermodynamics|first1=C. P.|last1=Arora|publisher=Tata McGraw-Hill&lt;br /&gt;
|year=2001|isbn=0-07-462014-2|page=Tabela 2.4 página 43|url=http://books.google.com/books?id=w8GhW3J8RHIC&amp;amp;pg=PA43}}&lt;br /&gt;
&amp;lt;/ref&amp;gt;  Isto equivale a -459,67°F na escala Fahrenheit e 0 Ra na escala Rankine.&amp;lt;ref&amp;gt;{{Cite web |url=http://www.smithsonianmag.com/science-nature/absolute-zero-200801.html|last1=Zielinski|first1=Sarah|date=1 Janeiro 2008|title=Absolute Zero|publisher=Smithsonian Institution}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;ref name=&amp;quot;arora&amp;quot; /&amp;gt;Cientistas já atingiram temperaturas muito próximas do zero absoluto, onde a matéria exibe efeitos quânticos como, por exemplo, a [[supercondutividade]] e a [[superfluidez]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Escalas de temperatura absolutas==&lt;br /&gt;
Temperatura absoluta, ou temperatura termodinâmica, é convencionalmente medida em Kelvins, que possui os mesmos incrementos da escala Celsius e é amplamente usada, ou em Rankine, que compartilha a mesma unidade da escala Fahrenheit e é raramente utilizada.&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! Escala !! Zero absoluto !! Ponto de fusão da água !! Ponto de ebulição da água&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| [[Kelvin]] || 0 K || 273,15 K || 373,15 K&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| [[Rankine]] || 0 Ra || 491,67 Ra || 671,67 Ra&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| [[Celsius]] || -273,15ºC || 0ºC || 100ºC&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| [[Fahrenheit]] || -459,67ºF || 32ºF || 212ºF&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| [[Réaumur]] || -218,52ºRé || 0ºRé || 80ºRé&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==A Termodinâmica do zero absoluto==&lt;br /&gt;
Em temperaturas próximas a 0 K, praticamente todo movimento molecular cessa e, quando a entropia = &amp;#039;&amp;#039;S&amp;#039;&amp;#039;, Δ&amp;#039;&amp;#039;S&amp;#039;&amp;#039; = 0 para qualquer [[transformação adiabática|processo adiabático]], substâncias puras podem formar (idealmente) [[cristais]] perfeitos conforme &amp;#039;&amp;#039;T&amp;#039;&amp;#039; tende a 0. A terceira lei da termodinâmica de [[Max Planck]] afirma que a entropia de um cristal perfeito desaparece no zero absoluto. O teorema original do calor de [[Walther Nernst|Nernst]] faz a menos controversa afirmação que  a variação na entropia para qualquer processo isotérmico tende a 0 conforme &amp;#039;&amp;#039;T&amp;#039;&amp;#039; também tende a 0:&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt; \lim_{T \to 0} \Delta S = 0 &amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso implica que a entropia de um cristal perfeito simplesmente se aproxima de um valor constante.&lt;br /&gt;
O postulado de Nernst identifica a [[transformação isotérmica|isoterma]] &amp;#039;&amp;#039;T&amp;#039;&amp;#039; = 0 como coincidente com a adiabata &amp;#039;&amp;#039;S&amp;#039;&amp;#039; = 0, embora outras isotermas e adiabatas sejam distintas. Já que duas adiabatas nunca se interceptam, somente a que representa &amp;#039;&amp;#039;S&amp;#039;&amp;#039; = 0 pode intersectar a isoterma &amp;#039;&amp;#039;T&amp;#039;&amp;#039; = 0. Consequentemente, nenhum processo adiabático que começa em uma temperatura diferente de zero pode levar ao zero absoluto. &amp;lt;ref name=cullen&amp;gt;{{citar livro|sobrenome=Cullen|título=Thermodynamics and an Introduction to Thermostatistics|páginas=189-190}}&amp;lt;/ref&amp;gt; Uma afirmação mais assertiva é de que é impossível atingir o zero absoluto por qualquer procedimento em um número finito de etapas. &amp;lt;ref&amp;gt;{{citar livro|sobrenome=guggenheim|página=157|título=Termodinâmica - Tratamento Promovido de Químicos e Físicos}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
O [[calor específico]] e a entropia de um cristal puro são proporcionais a &amp;#039;&amp;#039;T&amp;#039;&amp;#039;&amp;lt;sup&amp;gt;3&amp;lt;/sup&amp;gt;, enquanto que a [[entalpia]] é proporcional a &amp;#039;&amp;#039;T&amp;#039;&amp;#039;&amp;lt;sup&amp;gt;4&amp;lt;/sup&amp;gt;. Essas grandezas diminuem quando &amp;#039;&amp;#039;T&amp;#039;&amp;#039; tende a 0, também se aproximando de 0. O calor específico tende a 0 em qualquer material no zero absoluto, não necessariamente em cristais, assim como o coeficiente de [[expansão térmica]].&lt;br /&gt;
Segundo a relação entre a varição da [[Energia Livre de Gibbs]], da entalpia e da entropia&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt; \Delta G = \Delta H - T \Delta S \,&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
quando &amp;#039;&amp;#039;T&amp;#039;&amp;#039; diminui, Δ&amp;#039;&amp;#039;G&amp;#039;&amp;#039; e Δ&amp;#039;&amp;#039;H&amp;#039;&amp;#039; se aproximam. Como em processos espontâneos Δ&amp;#039;&amp;#039;G&amp;#039;&amp;#039; &amp;lt; 0, quando &amp;#039;&amp;#039;T&amp;#039;&amp;#039; = 0, Δ&amp;#039;&amp;#039;H&amp;#039;&amp;#039; &amp;lt; 0 e o processo é exotérmico. Isto confirma que o estado mais estável de um sistema é o que envolve a maior liberação de calor. &amp;lt;ref name=cullen /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==História==&lt;br /&gt;
[[File:Robert Boyle 0001.jpg|thumb|right|Boyle foi o primeiro a ter a ideia do zero absoluto.]]&lt;br /&gt;
[[Robert Boyle]] foi o pioneiro da ideia de um zero absoluto. Sua obra de 1665, New Experiments and Observations touching Cold, articulou a disputa conhecida como primum frigidum.&amp;lt;ref&amp;gt;{{cite book|url=http://books.google.com/books?id=8vRaAAAAMAAJ&amp;amp;pg=PA651&amp;amp;lpg=PA651&amp;amp;dq=Primum+frigidum&amp;amp;source=bl&amp;amp;ots=Lg04LuNx5f&amp;amp;sig=_PZ0rjajpw3kAxtnBDsERWPwic8&amp;amp;hl=en&amp;amp;ei=ITeITL77C8OlnQeBleXjCw&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=book_result&amp;amp;ct=result&amp;amp;resnum=7&amp;amp;ved=0CDQQ6AEwBg#v=onepage&amp;amp;q=Primula%20frigidum&amp;amp;f=false|title=The Stanford Dictionary of Anglicised Words and Phrases By John Frederick Stanford}}&amp;lt;/ref&amp;gt; O conceito era bem conhecido por [[Naturalismo|Naturalistas]] da época. Alguns afirmavam que uma temperatura mínima ocorria na terra (um dos chamados &amp;quot;quatro elementos&amp;quot;), outros no ar ou até na água. Mas todos concordavam que &amp;quot;Há algum corpo que é por sua própria natureza tão frio e que na sua companhia todos os outros corpos adquirem tal qualidade.&amp;quot;&amp;lt;ref&amp;gt;{{cite book|last=Boyle|first=Robert|title=New Experiments and Observations touching Cold|year=1665}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Limite para o &amp;quot;grau de frieza&amp;quot;===&lt;br /&gt;
A questão sobre a existência ou não de um limite para o nível de frieza, e, se sim, onde deve ser colocado o zero, foi primeiro pensada pelo médico francês [[Guillaume Amontons]] em 1702, relacionada com as melhorias feitas no termômetro de ar. No seu instrumento, a temperatura era indicada pela altura na qual uma coluna de mercúrio era sustentada por uma certa massa de ar, o volume&amp;#039; ou &amp;quot;mola&amp;quot;, variava com o calor a qual era submetido. Amontons portanto argumentou que o zero absoluto deveria ser a temperatura na qual o volume de ar era reduzido a nada. De acordo com a escala por ele utilizada, o [[ponto de ebulição]] da água era +73 e o [[ponto de fusão]] do gelo +51, portanto o zero de sua escala seria equivalente a cerca de -240°C.&amp;lt;ref&amp;gt;Cardwell, D.S.L. (1971). From Watt to Clausius: The Rise of Thermodynamics in the Early Industrial Age. Heinemann. ISBN 0-435-54150-1. , pp18-19&amp;lt;/ref&amp;gt; Essa aproximação do valor moderno adotado de -273,15°C para o zero no termômetro de ar foi melhorada em 1779 por [[Johann Heinrich Lambert]], que observou -270°C como o &amp;quot;frio máximo&amp;quot;.&amp;lt;ref&amp;gt;{{cite book|last=Lambert|first=Johann Heinrich|title=Pirometria|location=Berlim|year=1779|oclc=165756016}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Valores desta ordem para o zero absoluto não foram, entretanto, universalmente adotados nesse período. [[Pierre-Simon Laplace]] e [[Antoine Lavoisier]], no seu tratado de 1780 sobre calor, chegaram a valores variando entre 1500 a 3000 graus abaixo do ponto de congelamento da água. [[John Dalton]] em &amp;#039;&amp;#039;Novo Sistema de Filosofia Química&amp;#039;&amp;#039; apresentou dez cálculos desse valor, e finalmente adotou -3000°C como o zero natural da temperatura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de [[James Prescott Joule]] ter determinado o equivalente mecânico do [[calor]], [[William Thomson|Lorde Kelvin]] abordou o problema de um ponto de vista completamente diferente, e em 1848 inventou uma escala de temperatura absoluta que não dependia das propriedades da substância e era baseada somente nas leis fundamentais da termodinâmica. Ele baseou-se no princípio de que sua escala fosse construída com o zero em -273,15°C, quase a mesma temperatura do zero no termômetro de ar.&amp;lt;ref&amp;gt;{{cite encyclopedia|url=http://www.1911encyclopedia.org/Cold|title=Frio|encyclopedia=Encyclopædia Britannica|edition=Décima primeira|year=1911|publisher=The LoveToKnow Wiki}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Temperaturas extremamente baixas==&lt;br /&gt;
[[File:Boomerang nebula.jpg|thumb|right|A rápida expansão dos gases que deixam a [[Nebulosa do Bumerangue]], a 5000 [[ano luz|anos luz]] da Terra, é a causa da menor temperatura já observada fora de um laboratório: 1 K.]]&lt;br /&gt;
O zero absoluto não pode ser atingido, porém é possível chegar a temperaturas muito próximas dele através do uso de refrigeradores criogênicos, e desmagnetização adiabática nuclear. O uso de resfriamento a laser já produziu temperaturas na ordem de bilhonésimos de Kelvin.&amp;lt;ref&amp;gt;{{cite web|title=Cosmos Online – Verging on absolute zero|url=http://www.cosmosmagazine.com/features/online/2176/verging-absolute-zero|date=200-09-04|author=Catchpole, Heather}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
Em temperaturas extremamente baixas, nas vizinhanças do zero absoluto, a matéria exibe muitas propriedades extraordinárias, incluindo a [[supercondutividade]] (quando a matéria não exibe [[resistência elétrica]]), a [[superfluidez]] (quando a viscosidade de um fluido é zero) e a [[Condensação de Bose-Einstein]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Recordes===&lt;br /&gt;
Até 2004, a temperatura mais baixa obtida para um condensado Bose-Einstein era de 450 pK, ou 0,00000000045 K, obtida por [[Wolfgang Ketterle]] e colegas do [[Massachusetts Institute of Technology|MIT]].&amp;lt;ref&amp;gt;[http://physicsweb.org/article/news/7/9/8 Bose-Einstein condensates break temperature record]&amp;lt;/ref&amp;gt; A mais baixa temperatura já obtida foi de 100 pK, durante uma experiência de ordenação magnética nuclear em 1999 no Laboratório de Baixas Temperaturas da Universidade de Tecnologia de [[Helsinque]]&amp;lt;ref&amp;gt;{{cite web|url = http://ltl.tkk.fi/wiki/LTL/World_record_in_low_temperatures|title = World record in low temperatures|archiveurl= http://web.archive.org/web/20090618075820/http://ltl.tkk.fi/wiki/LTL/World_record_in_low_temperatures| archivedate=2009-06-18|deadurl=no}}&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Curiosidades===&lt;br /&gt;
A temperatura média do universo atualmente é de aproximadamente 2,73 K, baseada nas medições [[Radiação cósmica de fundo em micro-ondas]]&amp;lt;ref&amp;gt;{{cite web|url=http://www.abc.net.au/science/articles/2003/09/25/947116.htm |title=Coldest Place in the Universe 1 |author = Karl S. Kruszelnicki |date=25 de setembro de 2003 |publisher=Australian Broadcasting Corporation}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;ref&amp;gt;{{cite web |url= http://www.straightdope.com/columns/read/2172/whats-the-temperature-of-space |title= What&amp;#039;s the temperature of space? |date= 3 de agosto de 2004 |publisher=The Straight Dope}}&amp;lt;/ref&amp;gt; Em maio de 2005, a [[Agência Espacial Europeia]] propôs um pesquisa no espaço a fim de atingir temperaturas na ordem de [[femto]]Kelvins.&amp;lt;ref&amp;gt;{{cite web|url=http://www.esf.org/publication/209/Obernai2005Finalcorrected.pdf|title=Scientific Perspectives for ESA’s Future Programme in Life and Physical sciences in Space|format=PDF|work=esf.org}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ver também==&lt;br /&gt;
{{Portal3|Física}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Referências}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT:Zero Absoluto}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Temperatura]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[af:Absolute nul]]&lt;br /&gt;
[[ar:صفر مطلق]]&lt;br /&gt;
[[be:Абсалютны нуль тэмпературы]]&lt;br /&gt;
[[be-x-old:Абсалютны нуль тэмпэратуры]]&lt;br /&gt;
[[bg:Абсолютна нула]]&lt;br /&gt;
[[br:Zero klok]]&lt;br /&gt;
[[ca:Zero absolut]]&lt;br /&gt;
[[cs:Absolutní nula]]&lt;br /&gt;
[[da:Absolut nulpunkt]]&lt;br /&gt;
[[de:Absoluter Nullpunkt]]&lt;br /&gt;
[[el:Απόλυτο μηδέν]]&lt;br /&gt;
[[en:Absolute zero]]&lt;br /&gt;
[[eo:Absoluta nulo de temperaturo]]&lt;br /&gt;
[[es:Cero absoluto]]&lt;br /&gt;
[[et:Absoluutne nulltemperatuur]]&lt;br /&gt;
[[eu:Zero absolutu]]&lt;br /&gt;
[[fa:صفر مطلق]]&lt;br /&gt;
[[fi:Absoluuttinen nollapiste]]&lt;br /&gt;
[[fr:Zéro absolu]]&lt;br /&gt;
[[gl:Cero absoluto]]&lt;br /&gt;
[[he:האפס המוחלט]]&lt;br /&gt;
[[hi:परम ताप]]&lt;br /&gt;
[[hr:Apsolutna nula]]&lt;br /&gt;
[[hu:Abszolút nulla fok]]&lt;br /&gt;
[[hy:Բացարձակ զրո]]&lt;br /&gt;
[[id:Nol mutlak]]&lt;br /&gt;
[[is:Alkul]]&lt;br /&gt;
[[it:Zero assoluto]]&lt;br /&gt;
[[ja:絶対零度]]&lt;br /&gt;
[[kk:Абсолюттік нөлдік температура]]&lt;br /&gt;
[[ko:절대 영도]]&lt;br /&gt;
[[la:Zerum absolutum]]&lt;br /&gt;
[[lt:Absoliutusis nulis]]&lt;br /&gt;
[[lv:Absolūtā nulle]]&lt;br /&gt;
[[mk:Апсолутна нула]]&lt;br /&gt;
[[ml:കേവലപൂജ്യം]]&lt;br /&gt;
[[my:ပကတိ သုညအမှတ်]]&lt;br /&gt;
[[nl:Absoluut nulpunt]]&lt;br /&gt;
[[nn:Det absolutte nullpunktet]]&lt;br /&gt;
[[no:Det absolutte nullpunkt]]&lt;br /&gt;
[[pl:Zero bezwzględne]]&lt;br /&gt;
[[ro:Zero absolut]]&lt;br /&gt;
[[ru:Абсолютный нуль температуры]]&lt;br /&gt;
[[sh:Apsolutna nula]]&lt;br /&gt;
[[si:නිරපේක්ෂ ශුන්‍ය]]&lt;br /&gt;
[[simple:Absolute zero]]&lt;br /&gt;
[[sk:Absolútna nula]]&lt;br /&gt;
[[sl:Absolutna ničla]]&lt;br /&gt;
[[sr:Апсолутна нула]]&lt;br /&gt;
[[sv:Absoluta nollpunkten]]&lt;br /&gt;
[[sw:Sifuri halisi]]&lt;br /&gt;
[[ta:தனிச்சுழி வெப்பநிலை]]&lt;br /&gt;
[[th:ศูนย์สัมบูรณ์]]&lt;br /&gt;
[[tk:Absolýut nol]]&lt;br /&gt;
[[tr:Mutlak sıfır]]&lt;br /&gt;
[[uk:Абсолютний нуль]]&lt;br /&gt;
[[ur:مطلق صفر]]&lt;br /&gt;
[[vi:Nhiệt độ không tuyệt đối]]&lt;br /&gt;
[[war:Sero absoluto]]&lt;br /&gt;
[[zh:绝对零度]]&lt;br /&gt;
[[zh-yue:絕對零度]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Calimero0000</name></author>
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