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	<title>Português europeu - Histórico de revisões</title>
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	<subtitle>Histórico de edições para esta página nesta wiki</subtitle>
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		<id>https://wiki.nivel-teorico.com/index.php?title=Portugu%C3%AAs_europeu&amp;diff=6383&amp;oldid=prev</id>
		<title>Calimero0000: Criou nova página com &#039;{{revisão}} {{Info/Língua | nome        = Português europeu | nomenativo  =  | pronúncia   =  | corfamília  = Indo-europeia | estados     = {{POR}}&lt;br&gt;{{flag|Macau}}...&#039;</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nivel-teorico.com/index.php?title=Portugu%C3%AAs_europeu&amp;diff=6383&amp;oldid=prev"/>
		<updated>2013-05-05T11:39:18Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou nova página com &amp;#039;{{revisão}} {{Info/Língua | nome        = Português europeu | nomenativo  =  | pronúncia   =  | corfamília  = Indo-europeia | estados     = {{POR}}&amp;lt;br&amp;gt;{{flag|Macau}}...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;{{revisão}}&lt;br /&gt;
{{Info/Língua&lt;br /&gt;
| nome        = Português europeu&lt;br /&gt;
| nomenativo  = &lt;br /&gt;
| pronúncia   = &lt;br /&gt;
| corfamília  = Indo-europeia&lt;br /&gt;
| estados     = {{POR}}&amp;lt;br&amp;gt;{{flag|Macau}}([[China]])&lt;br /&gt;
| região      = Na ausência de normas-padrão próprias, os outros [[Lusofonia|países lusófonos]] (com excepção do [[Brasil]]) seguem as convenções da norma portuguesa europeia.&lt;br /&gt;
| falantes    = ~15 milhões&lt;br /&gt;
| posição     = &lt;br /&gt;
| fam1        = [[Língua portuguesa]]&lt;br /&gt;
| fam2        = &lt;br /&gt;
| fam3        = &lt;br /&gt;
| fam5        = &lt;br /&gt;
| regulador   = [[Academia de Ciências de Lisboa]]&lt;br /&gt;
| iso1        = pt-PT&lt;br /&gt;
| iso2b       =  &lt;br /&gt;
| iso2t       = &lt;br /&gt;
| iso3        = &lt;br /&gt;
| mapa        = [[Ficheiro:Portuguese Empire 20th century.png|270px|centro]]&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
O &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;português europeu&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; (&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;português lusitano&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;&amp;lt;ref&amp;gt;A expressão &amp;quot;português lusitano&amp;quot; é usada sobretudo por autores brasileiros. Em Portugal, nomeadamente no seio da comunidade de linguistas e filólogos, a expressão consagrada e geralmente usada é &amp;quot;português europeu&amp;quot;.&amp;lt;/ref&amp;gt; ou &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;português de Portugal&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;) é a designação dada à variedade linguística da [[língua portuguesa]] falada em [[Portugal]] continental, nas regiões autónomas da [[Região Autónoma da Madeira|Madeira]] e dos [[Açores]], e pelos emigrantes portugueses espalhados pelo mundo, englobando os seus dialectos regionais, vocabulário, gramática e ortografia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a legislação da [[União Europeia]], o português é uma das línguas oficiais da União (sendo língua de trabalho do [[Parlamento Europeu]], mas não da [[Comissão Europeia]]), pelo que em textos internacionais da União, bem como nos respectivos sítios oficiais, é usada a norma europeia&amp;lt;ref&amp;gt;Língua oficial da UE [http://europa.eu/abc/european_countries/languages/portuguese/index_pt.htm?_pt].&amp;lt;/ref&amp;gt;. Também é ensinado em [[Espanha]], sobretudo na [[comunidade autónoma]] da [[Estremadura (Espanha)|Estremadura]]&amp;lt;ref&amp;gt;[http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1370489 Espanha: Extremadura lança campanha para fomentar aprendizagem da língua portuguesa, in Público]&amp;lt;/ref&amp;gt; e em todo o mundo através do [[Instituto Camões]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na ausência de normas-padrão próprias, os outros países lusófonos (com excepção do [[Brasil]]) seguem as convenções da norma portuguesa europeia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A chamada &amp;quot;variedade-padrão&amp;quot; do português europeu é, segundo alguns autores, constituída pelo &amp;quot;conjunto dos usos linguísticos das classes cultas da região [[Lisboa]]-[[Coimbra]]&amp;quot;&amp;lt;ref&amp;gt;CUNHA, Celso e CINTRA, Luís Filipe Lindley (1984). &amp;#039;&amp;#039;Nova Gramática do Português Contemporâneo&amp;#039;&amp;#039;. Lisboa: Edições João Sá da Costa, p. 10&amp;lt;/ref&amp;gt;. Outros autores {{carece de fontes}} consideram o português europeu-padrão como a variedade centro-meridional usada em Lisboa por falantes cultos. De facto, a &amp;quot;região Lisboa-Coimbra&amp;quot; nunca existiu (em termos geográficos, demográficos, sociológicos, linguísticos ou outros) e a atribuição de estatuto especial a Coimbra na difusão do padrão europeu (defendido, entre outros, por [[Manuel de Paiva Boléo]] {{carece de fontes}}) resulta simplesmente da presença da Universidade. Já em finais do {{séc|XIX}}, o linguista e grande pioneiro da fonética [[Gonçalves Viana|Aniceto dos Reis Gonçalves Viana]], apesar de reconhecer a existência do que designou um &amp;quot;padrão médio&amp;quot; que existiria no &amp;quot;centro do reino, entre Coimbra e Lisboa&amp;quot;, acabou por descrever a &amp;quot;pronúncia normal&amp;quot; (ou seja, referencial ou ortofónica) do português europeu a partir do uso de Lisboa.&amp;lt;ref&amp;gt;VIANNA, Aniceto dos Reis Gonçalves (1892): &amp;#039;&amp;#039;Exposição da pronuncia normal portuguesa para uso de nacionais e estrangeiros&amp;#039;&amp;#039;, Lisboa, Imprensa Nacional (Memória apresentada na 10ª Sessão do Congresso Internacional dos Orientalistas), reimpresso in &amp;#039;&amp;#039;Estudos de fonética portuguesa&amp;#039;&amp;#039;, Lisboa : Imprensa Nacional /Casa da Moeda, 1973, pp. 153 - 257; disponível online na [http://purl.pt/146 Biblioteca Nacional Digital].&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O português europeu é regulado pela [[Academia de Ciências de Lisboa]].&amp;lt;ref&amp;gt;[http://academiadascienciasdelisboa.freehostia.com/joomla/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=12&amp;amp;Itemid=48 Funções da ACL]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fonologia ==&lt;br /&gt;
=== Fonética ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonética do Português Europeu &amp;lt;ref&amp;gt;http://www.phon.ucl.ac.uk/home/sampa/portug.htm&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:TabelafonemasPE.png|cer]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Dialectos ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas as línguas naturais mudam e apresentam variação interna de acordo com a localização geográfica ou o estatuto social dos seus falantes. As fronteiras dialectais que os dialectólogos explicitam, chamadas &amp;quot;isoglossas&amp;quot;, são a interpretação cartográfica dos dados linguísticos recolhidos por observação ou por inquérito linguístico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A diversidade dialectal do português europeu tem sido caracterizada pelos seus principais estudiosos (José Leite de Vasconcellos, Manuel de Paiva Boléo e Luís Filipe Lindley Cintra) a partir, sobretudo, de características fonéticas diferenciadoras, ou seja, com base no estabelecimento de ‘isófonas’. Em termos fonético-fonológicos, existem, no território [[Portugal|nacional português]] diversas variedades diatópicas distintas, algumas das quais possuem caracteríticas muito específicas, que dificultam a compreensão mútua.&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.instituto-camoes.pt/cvc/cpp2/index.html Dialectos] - [[Instituto Camões]]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Actualmente, considera-se que, no território português continental, há duas grandes subdivisões dialectais: os dialectos setentrionais e os dialectos centro-meridionais. Quanto aos dialectos insulares, originalmente descendentes de variedades centro-meridionais do continente, verifica-se que apresentam particularidades fonético-fonológicas muito marcadas. Os dialectos insulares têm sido objecto de investigação dialectológica aprofundada nas últimas décadas.{{carece de fontes}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Dialectos de Portugal ====&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Portugueselanguagedialects-Portugal.png|thumb|Dialectos de [[Portugal]].]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* 1. Dialectos portugueses insulares açorianos. [http://www.instituto-camoes.pt/cvc/hlp/geografia/som69.html Ouvir] registo sonoro recolhido em [[Ponta Garça]] ([[Miguel (arcanjo)|São Miguel]]).&lt;br /&gt;
* 8. Dialectos portugueses insulares madeirenses. [http://www.instituto-camoes.pt/cvc/hlp/geografia/som60.html Ouvir] registo sonoro recolhido em [[Câmara de Lobos]].&lt;br /&gt;
* 4. e 10. Dialectos portugueses setentrionais: dialectos transmontanos e alto-minhotos. [http://www.instituto-camoes.pt/cvc/hlp/geografia/som1.html Ouvir] registo sonoro recolhido em [[Castro Laboreiro]] ([[Minho]]).&lt;br /&gt;
* 9. 6. 5. Dialectos portugueses setentrionais: dialectos baixo-minhotos-durienses-beirões. [http://www.instituto-camoes.pt/cvc/hlp/geografia/som9.html Ouvir] registo sonoro recolhido em [[Granjal]] ([[Viseu]]).&lt;br /&gt;
* 7. Dialectos portugueses centro-meridionais: dialectos do centro litoral. Inclui [[Coimbra]], [[Leiria]] e [[Lisboa]]. [http://www.instituto-camoes.pt/cvc/hlp/geografia/som22.html Ouvir] registo sonoro recolhido em [[Moita do Martinho]] ([[Leiria]]).&lt;br /&gt;
* 2. e 3. Dialectos portugueses centro-meridionais: dialectos do centro interior e do sul. [http://www.instituto-camoes.pt/cvc/hlp/geografia/som40.html Ouvir] registo sonoro recolhido em [[Serpa]] ([[Beja]], [[Alentejo]]).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
; Regiões subdialectais com características peculiares bem diferenciadas:&lt;br /&gt;
:* Dialectos portugueses setentrionais&lt;br /&gt;
:** Região subdialectal do Baixo-[[Minho]] e [[Douro Litoral]]. Inclui o [[Porto]]. [http://www.instituto-camoes.pt/cvc/hlp/geografia/som18.html Ouvir] registo sonoro recolhido em [[Vila Praia de Âncora]] ([[Viana do Castelo]]).&lt;br /&gt;
:* Dialectos portugueses centro-meridionais&lt;br /&gt;
:** Região subdialectal da [[Beira Baixa]] e Alto [[Alentejo]]: zona centro-meridional. [http://www.instituto-camoes.pt/cvc/hlp/geografia/som55.html Ouvir] registo sonoro recolhido em [[Castelo de Vide]] ([[Distrito de Portalegre|Portalegre]], [[Alentejo]]).&lt;br /&gt;
:** Região subdialectal do [[Barlavento]] do [[Algarve]]. [http://www.instituto-camoes.pt/cvc/hlp/geografia/som43.html Ouvir] registo sonoro recolhido em [[Porches]] ([[Algarve]]).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um mapa mais preciso da classificação [[Lindley Cintra]] pode ser encontrado nesta página do [http://www.instituto-camoes.pt/cvc/hlp/geografia/mapa06.html Instituto Camões].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Área geográfica ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Português Europeu é falado pelos quase 11 milhões de habitantes de Portugal e pelos emigrantes portugueses espalhados pelo mundo, juntamente com os seus descendentes. A [[emigração]] maciça, que se verificou ao longo de todo o {{séc|XX}}, levou a que o português europeu fosse falado noutras partes do mundo, sobretudo na [[Europa]]: [[Suíça]], [[Alemanha]], [[França]], [[Luxemburgo]], [[Reino Unido]], na [[América do Norte]]: [[Estados Unidos]] e [[Canadá]], mas também na [[África do Sul]], [[Venezuela]], [[Argentina]], [[Austrália]] e no [[Brasil]], onde se encontram também grandes comunidades portuguesas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ortografia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Actualmente, a escrita do português europeu rege-se pelas normas do [[Acordo Ortográfico de 1945]]&amp;lt;ref&amp;gt;http://www.priberam.pt/docs/AcOrtog45_73.pdf Acordo ortográfico de 1945 aprovado pelo decreto n.º 35 228, de 8 de Dezembro de 1945&amp;lt;/ref&amp;gt; e pelas alterações introduzidas em 1973&amp;lt;ref&amp;gt;Decreto-lei n.º 32/73 de 6 de Fevereiro&amp;lt;/ref&amp;gt;. Antes de 1945, a ortografia obedeceu a diversos diplomas, nomeadamente o do acordo luso-brasileiro de 1931&amp;lt;ref&amp;gt;Assinado pela Academia das Ciências de Lisboa e pela Academia Brasileira de Letras em 30 de Abril de 1931 e aprovada em Portugal pela portaria n.º 7.117 de 27 de Maio do mesmo ano.&amp;lt;/ref&amp;gt; e o da [[Reforma Ortográfica de 1911]]&amp;lt;ref&amp;gt;&amp;quot;Bases da Reforma de 1911&amp;quot;, excerto do relatório publicado no &amp;#039;&amp;#039;Diário do Governo&amp;#039;&amp;#039; n.º 213 de 12 de Setembro de 1911, in &amp;#039;&amp;#039;A Demanda da Ortografia Portuguesa&amp;#039;&amp;#039;, de Ivo de Castro, Inês Duarte e Isabel Leiria, ed. Sá da Costa, 1987, pp. 152-162.&amp;lt;/ref&amp;gt;. A reforma de 1911 foi profunda, fazendo desaparecer muitas consoantes geminadas, os grupos &amp;#039;&amp;#039;ph&amp;#039;&amp;#039;, &amp;#039;&amp;#039;th&amp;#039;&amp;#039;, &amp;#039;&amp;#039;rh&amp;#039;&amp;#039;, o uso do &amp;#039;&amp;#039;y&amp;#039;&amp;#039;, além de outras particularidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O aspecto que mais distingue a ortografia portuguesa da brasileira é a manutenção de certas consoantes após as letras &amp;quot;a&amp;quot;, &amp;quot;e&amp;quot; e &amp;quot;o&amp;quot; em palavras como &amp;quot;facto&amp;quot;, &amp;quot;acto&amp;quot;, &amp;quot;electricidade&amp;quot;, &amp;quot;adopção&amp;quot;, &amp;quot;Egipto&amp;quot; etc.. Na palavra &amp;quot;facto&amp;quot;, o &amp;quot;c&amp;quot; é justificado porque é pronunciado. Nos restantes exemplos, as consoantes, apesar de mudas, são mantidas por razões de tradição ortográfica, por questões de similaridade com as demais línguas românicas e porque podem exercer influência no timbre das vogais (leem-se as vogais antecessoras como tónicas) anteriores&amp;lt;ref&amp;gt;http://www.priberam.pt/docs/AcOrtog45_73.pdf &amp;#039;&amp;#039;Bases Analíticas do Acordo Ortográfico de 1945&amp;#039;&amp;#039;, Base VI&amp;lt;/ref&amp;gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em relação ao Brasil, há ainda certas diferenças na acentuação gráfica nas vogais &amp;quot;e&amp;quot; e &amp;quot;o&amp;quot; tónicas dos vocábulos [[Proparoxítona|proparoxítonos]] (esdrúxulos) que são, muitas vezes, abertas na pronúncia portuguesa e que, por isso, são escritas coerentemente: &amp;quot;milénio&amp;quot;, &amp;quot;ténia&amp;quot;, &amp;quot;económico&amp;quot;, &amp;quot;António&amp;quot;. As sequências &amp;quot;que-&amp;quot;, &amp;quot;qui-&amp;quot;, &amp;quot;gue-&amp;quot; e &amp;quot;gui-&amp;quot; (em que o &amp;quot;u&amp;quot; é pronunciado), ao contrário do que se passa no Brasil, não levam [[trema]] desde 1945&amp;lt;ref&amp;gt;http://orto.blogs.sapo.pt/arquivo/2005_12.html Trema&amp;lt;/ref&amp;gt;, ficando palavras como &amp;#039;&amp;#039;linguística&amp;#039;&amp;#039; e &amp;#039;&amp;#039;tranquilidade&amp;#039;&amp;#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Gramática ==&lt;br /&gt;
{{Vertambém|Gramática da língua portuguesa}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Linguistic map Southwestern Europe.gif|thumb|direita|250px|[[Mapa]] [[Cronologia|cronológico]] mostrando o desenvolvimento do português/galego (&amp;#039;&amp;#039;portuguese/galician&amp;#039;&amp;#039;).]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Regras de acentuação gráfica ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No português europeu, as palavras agudas ou oxítonas que terminam em -a, -e, -o, -ei, -oi, e -eu levam acento agudo: sofá, pé, ré, herói, céu, pastéis etc..&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As palavras graves ou paroxítonas de vogal aberta, ao contrário do português do Brasil, levam também o acento agudo, como em &amp;quot;bónus&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por fim, as esdrúxulas ou proparoxítonas levam também acento agudo nas vogais abertas, como em &amp;quot;higiénico&amp;quot;, &amp;quot;económico&amp;quot; e &amp;quot;fenómeno&amp;quot;, que, no Brasil, se escrevem &amp;quot;higiênico&amp;quot;, &amp;quot;econômico&amp;quot; e &amp;quot;fenômeno&amp;quot;.&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.priberam.pt/dlpo/gramatica/gramatica10.aspx  Acentuação no Português Europeu]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Conjugação ===&lt;br /&gt;
No português europeu, é muito frequente o uso do infinitivo gerundivo. Até algum tempo atrás, a Sul do [[Rio Tejo]], usava-se mais o [[Formas nominais do verbo|gerúndio]], mas, com os meios de comunicação, o infinitivo tornou-se mais geral em todo o país durante a primeira metade do {{séc|XX}} {{carece de fontes|data=Fevereiro de 2011}}.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt; &amp;quot;Estou a fazer um trabalho.&amp;quot; &amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A forma &amp;quot;a + infinitivo&amp;quot; também é predominante no Galego, no [[Mirandês]] e é comum nas línguas Galego-Asturianas. Também se encontra no dialecto espanhol do noroeste/Galiza, mas o espanhol-padrão usa exclusivamente o gerúndio. A forma com infinitivo trata-se duma conjugação quase tão antiga como a do gerúndio, apesar de a sua aparição no Português ser tardia, isto no {{séc|XIX}} segundo a linguista Ana Carvalho &amp;lt;ref&amp;gt;[http://books.google.ca/books?id=dIfsXwyevVgC&amp;amp;pg=PA21&amp;amp;dq=ger%C3%BAndio++%22s%C3%A9culo+xix%22&amp;amp;hl=en&amp;amp;ei=9sxYTavrKcbG4gaonYXaBg&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=book_result&amp;amp;ct=result&amp;amp;resnum=2&amp;amp;ved=0CDUQ6AEwAQ#v=onepage&amp;amp;q=ger%C3%BAndio%20%20%22s%C3%A9culo%20xix%22&amp;amp;f=false  Português em contacto, pág. 21]&amp;lt;/ref&amp;gt;. Já se encontrava em textos Galegos da era medieval, por exemplo: &amp;quot;&amp;#039;&amp;#039;Junto con ágoa do ryo Minõ, onde anda a barqua a pasar..&amp;#039;&amp;#039;.&amp;quot; (&amp;quot;Junto com água do rio Minho, onde anda a barca a passar...&amp;quot;) Ver &amp;quot;A Vida E a Fala Dos Devanceiros&amp;quot; Volume 1.&amp;lt;ref&amp;gt;[http://books.google.ca/books?id=1uak9cdVDUQC&amp;amp;printsec=frontcover&amp;amp;dq=devanceiros&amp;amp;hl=en&amp;amp;ei=A7xYTeorhcqEB46h_JwM&amp;amp;sa=X&amp;amp;oi=book_result&amp;amp;ct=result&amp;amp;resnum=1&amp;amp;ved=0CCgQ6AEwAA#v=onepage&amp;amp;q&amp;amp;f=false  Vida E a Fala Dos Devanceiros pág. 672]&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A forma original com gerúndio ainda é muito usada hoje em Portugal, sobretudo no Baixo Alentejo, Algarve, Açores e Madeira:&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt; &amp;quot;Estou fazendo um trabalho.&amp;quot; &amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O gerúndio também é frequentemente usado na literatura moderna portuguesa, por exemplo nas obras de [[José Saramago]] e outros autores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Formalidade ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na maneira de se dirigir às pessoas, é mais frequente usar &amp;quot;o senhor&amp;quot;, &amp;quot;a senhora&amp;quot;, &amp;quot;você&amp;quot; em diálogos com pessoas desconhecidas ou mais velhas. Se for para uma pessoa com licenciatura ou de alta patente militar ou política, empregam-se, muitas vezes, &amp;quot;vossa excelência&amp;quot; ou &amp;quot;sr. doutor&amp;quot; no caso de serem médicos (sendo também muito frequente para professores, advogados, economistas, gestores) ou, ainda, &amp;quot;sr. engenheiro&amp;quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt; &amp;quot;O senhor doutor acha que podemos resolver esta cirurgia com sucesso?&amp;quot; &amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Informalidade ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No aspecto informal do Português Europeu, utiliza-se sobretudo o pronome pessoal da 2.ª pessoa do singular, &amp;quot;tu&amp;quot;, de forma subentendida ou não.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt; &amp;quot;Tu és parvo.&amp;quot; &amp;lt;br /&amp;gt; &amp;quot;Andas a tirar a carta de condução?&amp;quot; &amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== {{Ver também}} ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Português brasileiro]]&lt;br /&gt;
* [[Português angolano]]&lt;br /&gt;
* [[Português moçambicano]]&lt;br /&gt;
* [[Acordo ortográfico de 1990]]&lt;br /&gt;
* [[Dialecto]]&lt;br /&gt;
* [[CPLP]]&lt;br /&gt;
* [[Lista de diferenças lexicais entre versões da língua portuguesa]]&lt;br /&gt;
* [[wikt:Wikcionário:Versões da língua portuguesa/Tabela|Lista de palavras diferentes]], no Wikcionário em português&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{referências}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Bibliografia ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Celso Cunha|Cunha]], Celso e [[Lindley Cintra|Cintra]], Lindley. &amp;#039;&amp;#039;Nova Grámática do Português Contemporâneo&amp;#039;&amp;#039;. 12.ª edição. Lisboa. Edições João Sá da Costa. 1996. ISBN 972-9230-00-5&lt;br /&gt;
* [[Lindley Cintra|Cintra]], Luís Filipe Lindley. &amp;#039;&amp;#039;Estudos de Dialectologia Portuguesa&amp;#039;&amp;#039;. 2.ª edição. Lisboa. Livraria Sá da Costa Editora. 1995. ISBN 972-562-327-4&lt;br /&gt;
* Teyssier, Paul. &amp;#039;&amp;#039;História da língua portuguesa&amp;#039;&amp;#039;. 6.ª edição. Lisboa. Livraria Sá da Costa Editora. 1994. ISBN 972-562-129-8&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== {{Ligações externas}} ==&lt;br /&gt;
* [http://www.learningportuguese.co.uk/pronunciation/ Description of the pronunciation rules of European Portuguese]&lt;br /&gt;
* [http://www.l2f.inesc-id.pt/~lco/ptsam/ptsam.pdf Alfabeto Fonético Internacional do Português Europeu]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Língua portuguesa}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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