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	<title>Linguística - Histórico de revisões</title>
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	<subtitle>Histórico de edições para esta página nesta wiki</subtitle>
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		<id>https://wiki.nivel-teorico.com/index.php?title=Lingu%C3%ADstica&amp;diff=6398&amp;oldid=prev</id>
		<title>Calimero0000: Criou nova página com &#039;{{mais-notas}} Saussure, considerado o pai da Linguística moderna.]] &#039;&#039;&#039;Linguística&#039;&#039;&#039; é a ...&#039;</title>
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		<updated>2013-05-05T12:08:41Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou nova página com &amp;#039;{{mais-notas}} &lt;a href=&quot;/index.php/Ficheiro:Ferdinand_de_Saussure.jpg&quot; title=&quot;Ficheiro:Ferdinand de Saussure.jpg&quot;&gt;thumb|right|[[Ferdinand de Saussure|Saussure&lt;/a&gt;, considerado o pai da Linguística moderna.]] &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Linguística&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; é a ...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;{{mais-notas}}&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Ferdinand de Saussure.jpg|thumb|right|[[Ferdinand de Saussure|Saussure]], considerado o pai da Linguística moderna.]]&lt;br /&gt;
&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Linguística&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; é a área de estudo [[Ciência|científico]] da [[Linguagem]].&amp;lt;ref&amp;gt;{{Citar periódico |autor=Irenilde Pereira dos Santos |ano=1994 |mes=Setembro/Dezembro |titulo=Lingüística |jornal=Estudos Avançados |volume=8 |numero=22 |local=São Paulo |issn=0103-4014 |url=http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0103-40141994000300069&amp;amp;script=sci_arttext |acessadoem=31 de julho de 2012}}&amp;lt;/ref&amp;gt; É considerado linguista o cientista que se dedica aos estudos a respeito da língua, fala e linguagem. A pesquisa linguística é feita por filósofos e cientistas da linguagem que se preocupam em investigar quais são os desdobramentos e nuances envolvidos na linguagem humana.O [[jornalista]] [[Estados Unidos|norte-americano]] [[Russ Rymer]] certa vez a definiu ironicamente da seguinte maneira:&amp;lt;ref&amp;gt;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Rymer&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;, p. 48, citado em Fauconnier &amp;amp; Turner, p. 353&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{quote1|A Linguística é a parte do conhecimento mais fortemente debatida no mundo acadêmico. Ela está encharcada com o sangue de [[Poesia|poetas]], [[Teologia|teólogos]], [[Filosofia|filósofos]], [[Filologia|filólogos]], [[Psicologia|psicólogos]], [[Biologia|biólogos]] e [[Neurologia|neurologistas]] além de, não importa o quão pouco, qualquer sangue possível de ser extraído de [[Gramática|gramáticos]].}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alternativamente, alguns chamam informalmente de linguista a uma pessoa versada ou conhecedora de muitas línguas, embora um termo mais adequado para este fim seja [[poliglota]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Divisões da linguística ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os linguistas dividem o estudo da linguagem em certo número de áreas que são estudadas mais ou menos independentemente. Estas são as divisões mais comuns:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[fonética]], o estudo dos diferentes sons empregados em linguagem;&lt;br /&gt;
* [[fonologia]], o estudo dos padrões dos sons básicos de uma língua;&lt;br /&gt;
* [[morfologia (linguística)|morfologia]], o estudo da estrutura interna das palavras;&lt;br /&gt;
* [[sintaxe]], o estudo de como a linguagem combina palavras para formar frases gramaticais.&lt;br /&gt;
* [[semântica]], podendo ser, por exemplo, formal ou lexical, o estudo dos sentidos das frases e das palavras que a integram;&lt;br /&gt;
* [[lexicologia]], o estudo do conjunto das palavras de um idioma, ramo de estudo que contribui para a [[lexicografia]], área de atuação dedicada à elaboração de dicionários, enciclopédias e outras obras que descrevem o uso ou o sentido do léxico;&lt;br /&gt;
* [[terminologia]], estudo que se dedicada ao conhecimento e análise dos léxicos especializados das ciências e das técnicas;&lt;br /&gt;
* [[estilística]], o estudo do estilo na linguagem;&lt;br /&gt;
* [[pragmática]], o estudo de como as oralizações são usadas (literalmente, figurativamente ou de quaisquer outras maneiras) nos atos comunicativos;&lt;br /&gt;
* [[filologia]] é o estudo dos textos e das linguagens antigas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nem todos os linguistas concordam que todas essas divisões tenham grande significado. A maior parte dos linguistas cognitivos, por exemplo, acha, provavelmente, que as categorias &amp;quot;semântica&amp;quot; e &amp;quot;pragmática&amp;quot; são arbitrárias e quase todos os linguistas concordariam que essas divisões se sobrepõem consideravelmente. Por exemplo, a divisão [[gramática]] usualmente cobre fonologia, morfologia e sintaxe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda existem campos como os da linguística teórica e da linguística histórica. A linguística teórica procura estudar questões tão diferentes sobre como as pessoas, usando suas particulares linguagens, conseguem realizar comunicação; quais propriedades todas as linguagens têm em comum, qual conhecimento uma pessoa deve possuir para ser capaz de usar uma linguagem e como a habilidade linguística é adquirida pelas crianças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A linguística histórica ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A [[linguística histórica]], dominante no [[século XIX]], tem por objetivo classificar as línguas do mundo de acordo com suas afiliações e descrever o seu desenvolvimento histórico. Na Europa do [[século XIX]], a linguística privilegiava o estudo comparativo histórico das [[línguas indo-europeias]], preocupando-se especialmente em encontrar suas raízes comuns e em traçar seu desenvolvimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A preocupação com a descrição das línguas espalhou-se pelo mundo e milhares dessas foram analisadas em vários graus de profundidade. Quando esse trabalho esteve em desenvolvimento no início do [[século XX]] na América do Norte, os linguistas se confrontaram com línguas cujas estruturas diferiam fortemente do paradigma europeu, mais familiar. Percebeu-se, assim, a necessidade de se desenvolver uma teoria e métodos de análise da estrutura das línguas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a [[linguística histórico-comparativa]] ser aplicada a línguas desconhecidas, o trabalho inicial do linguista era fazer sua descrição completa. A linguagem verbal era, geralmente, vista como consistindo de vários níveis, ou camadas, e, supostamente, todas as línguas naturais humanas tinham o mesmo número desses níveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro nível é a [[fonética]], que se preocupa com os sons da língua sem considerar o sentido. Na descrição de uma língua desconhecida esse era o primeiro aspecto estrutural a ser estudado. A fonética divide-se em três: articulatória, que estuda as posições e os movimentos dos [[lábios]], da [[língua]] e dos outros órgãos relacionados com a produção da [[fala]] (como as [[cordas vocais]]); [[acústica]], que lida com as propriedades das ondas de som; e auditiva, que lida com a percepção da fala.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O segundo nível é a [[fonologia]], que identifica e estuda os menores elementos distintos (chamados de [[fonema]]s) que podem diferenciar o significado das palavras. A fonologia também inclui o estudo de unidades maiores como sílabas, palavras e frases fonológicas e de sua [[acento|acentuação]] e [[entonação]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O terceiro nível é a [[Morfologia (linguística)|morfologia]], que analisa as unidades com as quais as palavras são montadas, os &amp;#039;&amp;#039;[[morfema]]s&amp;#039;&amp;#039;. Esses são as menores unidades da gramática: raízes, prefixos e sufixos. Os falantes nativos reconhecem os morfemas como gramaticalmente significantes ou significativos. Eles podem frequentemente ser determinados por uma série de substituições. Um falante de inglês reconhece que &amp;#039;&amp;#039;make&amp;#039;&amp;#039; é uma palavra diferente de &amp;#039;&amp;#039;makes&amp;#039;&amp;#039;, pois o sufixo &amp;#039;&amp;#039;-s&amp;#039;&amp;#039; é um morfema distinto. Em inglês, a palavra &amp;#039;&amp;#039;morfeme&amp;#039;&amp;#039; consiste de dois morfemas, a raiz &amp;#039;&amp;#039;morph-&amp;#039;&amp;#039; e o sufixo &amp;#039;&amp;#039;-eme&amp;#039;&amp;#039;, nenhum dos quais tinha ocorrência isolada na língua inglesa por séculos, até &amp;#039;&amp;#039;morph&amp;#039;&amp;#039; ser adotado em linguística para a realização fonológica de um morfema e o verbo &amp;#039;&amp;#039;to morph&amp;#039;&amp;#039; ter sido cunhado para descrever um tipo de efeito visual feito em computadores. Um morfema pode ter diferentes realizações (morphs) em diferentes contextos. Por exemplo, o morfema verbal &amp;#039;&amp;#039;do&amp;#039;&amp;#039; do inglês tem três pronúncias bem distintas nas palavras &amp;#039;&amp;#039;do&amp;#039;&amp;#039;, &amp;#039;&amp;#039;does&amp;#039;&amp;#039; (com o sufixo &amp;#039;&amp;#039;-es&amp;#039;&amp;#039;) e &amp;#039;&amp;#039;don&amp;#039;t&amp;#039;&amp;#039; (com a aposição do advérbio &amp;#039;&amp;#039;not&amp;#039;&amp;#039; em forma contracta &amp;#039;&amp;#039;-n&amp;#039;t&amp;#039;&amp;#039;). Tais diferentes formas de um morfema são chamados de &amp;#039;&amp;#039;alomorfos&amp;#039;&amp;#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os padrões de combinações de palavras de uma linguagem são conhecidos como [[sintaxe]]. O termo &amp;#039;&amp;#039;gramática&amp;#039;&amp;#039; usualmente cobre sintaxe e morfologia. O estudo dos significados das palavras e das construções sintáticas é chamado de semântica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Escolas de pensamento ==&lt;br /&gt;
{{Sem-fontes|data=junho de 2009}}&lt;br /&gt;
Na Europa houve um desenvolvimento paralelo da linguística estrutural, influenciada muito fortemente por [[Ferdinand de Saussure]], um estudioso suíço de indo-europeu cujas aulas de linguística geral, publicadas postumamente por seus alunos, deram a direção da análise linguística europeia da década de 1920 em diante; esse enfoque foi amplamente adotado em outros campos sob o termo &amp;quot;[[estruturalismo]]&amp;quot; ou [[análise estruturalista]]. Ferdinand de Saussure também é considerado o fundador da [[semiologia]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante a [[Segunda Guerra Mundial]], [[Leonard Bloomfield]] e vários de seus alunos e colegas desenvolveram material de ensino para uma variedade de línguas cujo conhecimento era necessário para o esforço de guerra. Este trabalho levou ao aumento da proeminência do campo da linguística, que se tornou uma disciplina reconhecida na maioria das universidades americanas somente após a guerra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Noam Chomsky]] desenvolveu seu modelo formal de linguagem, conhecido como [[gramática transformacional]], sob a influência de seu professor [[Zellig Harris]], que por sua vez foi fortemente influenciado por Bloomfield. O modelo de Chomsky foi reconhecidamente dominante desde a década de 1960 até a de 1980 e desfruta ainda de elevada consideração em alguns círculos de linguistas. [[Steven Pinker]] tem se ocupado em clarificar e simplificar as ideias de Chomsky com muito mais significância para o estudo da linguagem em geral. Outro aluno de [[Zellig Harris]], [[Maurice gross|Maurice Gross]], desenvolveu o [[léxico-gramática]], método de descrição formal que dá enfoque ao [[léxico]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A [[linguística de corpus]], voltada ao uso de coleções de textos ou [[corpus|corpora]], se desenvolveu nos anos 1960 e se popularizou nos anos 1980.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da década de 1980 em diante, os enfoques pragmáticos, funcionais e cognitivos vêm ganhando terreno nos [[Estados Unidos]] e na [[Europa]]. Umas poucas figuras importantes nesse movimento são [[Michael Halliday]], cuja [[gramática sistêmica-funcional]] é muito estudada no [[Reino Unido]], [[Canadá]], [[Austrália]], [[China]] e [[Japão]]; [[Dell Hymes]], que desenvolveu o enfoque pragmático &amp;quot;A Etnografia do Falar&amp;quot;; [[George Lakoff]], [[Leonard Talmy]], e [[Ronald Langacker]], que foram os pioneiros da [[linguística cognitiva]]; [[Charles Fillmore]] e [[Adele Eva Goldberg]], que estão associados com a gramática da construção; e entre os linguistas que desenvolvem vários tipos da chamada &amp;#039;&amp;#039;gramática funcional&amp;#039;&amp;#039; estão [[Simon Cornelis Dik|Simon Dik]], [[Talmy Givon]] e [[Robert Van Valin, Jr.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Merece também destacar,  nos finais do século XX, a partir de 1995, os trabalhos do linguista Jairo Galindo com a criação das &amp;#039;&amp;#039;Línguas Experimentais Umonani&amp;#039;&amp;#039; ([[Brasil]]) e Uiraka ([[Colômbia]]), que deu origem à Linguística Experimental. Já no começo do século XXI, os trabalhos são aprofundados através de  línguas dinâmicas naturais. O que vai concluir com as linguagens dinâmicas reais: Umonani e Uiraka. Esses trabalhos vão dar origem a teoria da &amp;#039;&amp;#039;Linguística diversificada&amp;#039;&amp;#039;, &amp;#039;&amp;#039;Lindi&amp;#039;&amp;#039;. Sendo que os estudos nesta área vão remontar a mais de 12007 anos, e os estudiosos em linguagens dinâmicas reais  vão se denominar, linguistas diversificados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Falantes, comunidades linguísticas e universais linguísticos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os linguistas também diferem em quão grande é o grupo de usuários das linguagens que eles estudam. Alguns analisam detalhadamente a linguagem ou o desenvolvimento da linguagem de um dado indivíduo. Outros estudam a linguagem de toda uma comunidade, como por exemplo a linguagem de todos os que falam o [[Black English Vernacular]]. Outros ainda tentam encontrar conceitos linguísticos universais que se apliquem, em algum nível abstrato, a todos os usuários de qualquer linguagem humana. Esse último projeto tem sido defendido por [[Noam Chomsky]] e interessa a muitas pessoas que trabalham nas áreas de [[psicolinguística]] e de [[Ciência da Cognição]]. A pressuposição é que existem propriedades universais na linguagem humana que permitiriam a obtenção de importantes e profundos entendimentos sobre a mente humana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Fala &amp;#039;&amp;#039;versus&amp;#039;&amp;#039; escrita ==&lt;br /&gt;
Alguns linguistas contemporâneos acham que a fala é um objeto de estudo mais importante do que a escrita. Talvez porque ela seja uma característica  universal dos seres humanos, e a escrita não (pois existem muitas culturas que não possuem a escrita). O fato de as pessoas aprenderem a falar e a processar a linguagem oral mais facilmente e mais precocemente do que a linguagem escrita também é outro fator. Alguns (veja [[Ciência da Cognição|cientistas da cognição]]) acham que o cérebro tem um &amp;quot;módulo de linguagem&amp;quot; inato e que podemos obter conhecimento sobre ele estudando mais a fala que a escrita.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A escrita também é muito estudada e novos meios de estudá-la são constantemente criados. Por exemplo, na intersecção do [[corpus linguístico]] e da [[linguística computacional]], os modelos computadorizados são usados para estudar milhares de exemplos da língua escrita do [[Wall Street Journal]], por exemplo. [[Banco de dados|Bases de dados]] semelhantes sobre a [[fala]] já existem, um dos destaques é o Child Language Data Exchange System&amp;lt;ref&amp;gt;[http://childes.psy.cmu.edu/ Child Language Data Exchange System]&amp;lt;/ref&amp;gt; ou, em tradução livre, &amp;#039;&amp;#039;&amp;quot;Sistema de Intercâmbio de Dados da Linguagem Infantil&amp;quot;&amp;#039;&amp;#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Descrição e prescrição ==&lt;br /&gt;
Provavelmente, a maior parte do trabalho feito atualmente sob o nome de linguística é puramente descritivo.  Há, também, alguns profissionais (e mesmo amadores) que procuram estabelecer regras para a [[linguagem]], sustentando um padrão particular que todos devem seguir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As pessoas atuantes nesses esforços de &amp;#039;&amp;#039;descrição&amp;#039;&amp;#039; e &amp;#039;&amp;#039;regulamentação&amp;#039;&amp;#039; têm sérias desavenças sobre &amp;#039;&amp;#039;como&amp;#039;&amp;#039; e &amp;#039;&amp;#039;por que razão&amp;#039;&amp;#039; a linguagem deve ser estudada. Esses dois grupos podem descrever o mesmo fenômeno de modos diferentes, em linguagens diferentes. Aquilo que, para um grupo é uso incorreto, para o outro é uso [[Idiossincrasia|idiossincrático]], ou apenas simplesmente o uso de um subgrupo particular (geralmente  menos poderoso socialmente do que o subgrupo social principal, que usa a mesma linguagem). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em alguns contextos, as melhores definições de &amp;#039;&amp;#039;linguística&amp;#039;&amp;#039; e &amp;#039;&amp;#039;linguista&amp;#039;&amp;#039; podem ser: &amp;#039;&amp;#039;aquilo estudado em um típico departamento de linguística de uma universidade&amp;#039;&amp;#039; e &amp;#039;&amp;#039;a pessoa que ensina em tal departamento&amp;#039;&amp;#039;. A linguística, nesse sentido estrito, geralmente não se refere à aprendizagem de outras línguas que não a nativa do estudioso (exceto quando ajuda a criar modelos formais de linguagem). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Especialistas em linguística não realizam análise literária e não se aplicam a esforços para regulamentar como aqueles encontrados em livros como &amp;#039;&amp;#039;[[The Elements of Style]]&amp;#039;&amp;#039; (&amp;#039;&amp;#039;Os Elementos de Estilo&amp;#039;&amp;#039;, em tradução livre), de Strunk e White. Os linguistas procuram estudar o que as pessoas efetivamente &amp;#039;&amp;#039;fazem&amp;#039;&amp;#039;, nos seus esforços para comunicar usando a linguagem, e não &amp;#039;&amp;#039;o que elas deveriam fazer&amp;#039;&amp;#039;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Estudos inspirados no cérebro ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Psicolinguística]] e [[neurociência]] fazem pesquisa linguística centrada no cérebro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Ver também ==&lt;br /&gt;
{{Portal|Portal=Linguística}}&lt;br /&gt;
{{dividir em colunas}}&lt;br /&gt;
* [[Charles Sanders Peirce]]&lt;br /&gt;
* [[Sir William Jones]]&lt;br /&gt;
* [[Jacob Grimm]]&lt;br /&gt;
* [[Franz Bopp]]&lt;br /&gt;
* [[Franz Boas]]&lt;br /&gt;
* [[Leonard Bloomfield]]&lt;br /&gt;
* [[Edward Sapir]]&lt;br /&gt;
* [[Roman Jakobson]]&lt;br /&gt;
* [[Benjamin Whorf|Benjamin Lee Whorf]]&lt;br /&gt;
* [[Samuel Ichiye Hayakawa]]&lt;br /&gt;
* [[Charles F. Hockett]]&lt;br /&gt;
* [[Joseph H. Greenberg]]&lt;br /&gt;
* [[Kenneth L. Pike]]&lt;br /&gt;
* [[Sydney M. Lamb]]&lt;br /&gt;
* [[Umberto Eco]]&lt;br /&gt;
* [[Oswald Ducrot]]&lt;br /&gt;
* [[John Grinder]]&lt;br /&gt;
* [[Ferdinand de Saussure]]&lt;br /&gt;
* [[Curso de Linguística Geral]]&lt;br /&gt;
* [[Variação linguística]]&lt;br /&gt;
* [[Noam Chomsky]]&lt;br /&gt;
{{dividir em colunas fim}}&lt;br /&gt;
{{referências}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== {{Bibliografia}} ==&lt;br /&gt;
* Aldo Bizzocchi. &amp;#039;&amp;#039;[http://cienciahoje.uol.com.br/revista-ch/revista-ch-2000/164/pdf_aberto/LINGUA.PDF Fantástico Mundo da Linguagem.]&amp;#039;&amp;#039; [[Ciência Hoje]], Vol. 28, no. 164 (Setembro de 2000). p.&amp;amp;nbsp;38-45&lt;br /&gt;
* [[Marie-Anne PAVEAU]] e [[Elia Sarfati]] (2006). &amp;#039;&amp;#039;As Grandes Teorias da Linguística: da gramática comparada à pragmática&amp;#039;&amp;#039;. Tradução [[Editora Claraluz]].&lt;br /&gt;
* [[Gilles Fauconnier]] e [[Mark Turner]] (2002). &amp;#039;&amp;#039;The Way We Think: Conceptual Blending and the Mind&amp;#039;s Hidden Complexities&amp;#039;&amp;#039;. Basic Books.&lt;br /&gt;
* R. H., Robins. (1983). &amp;#039;&amp;#039;Pequena História da Linguística&amp;#039;&amp;#039;. Editora Ao Livro Técnico.&lt;br /&gt;
* Rymer, Russ (1992). &amp;quot;Annals of Science: A Silent Childhood-I&amp;quot;. &amp;#039;&amp;#039;New Yorker&amp;#039;&amp;#039;, April 13.&lt;br /&gt;
* [[Yves Cortez]] &amp;quot;Le français ne vient pas du latin&amp;quot; Paris 2007 Editions L&amp;#039;harmattan&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== {{Ligações externas}} ==&lt;br /&gt;
{{Wiktionary|Linguística}}&lt;br /&gt;
* [http://abralin.org Associação Brasileira de Linguística]&lt;br /&gt;
* [http://www.apl.org.pt/f_index.htm Associação Portuguesa de Linguística]&lt;br /&gt;
* [http://lingforum.com/forum Forum on Linguistics] (em inglês)&lt;br /&gt;
* [http://appliedlinguistics.org Applied Linguistics] (em inglês)&lt;br /&gt;
* [http://francodousha.ipbfree.com Fórum Franco-Dousha]&lt;br /&gt;
* [http://gpveritas.org/portal/index.php?option=com_content&amp;amp;task=view&amp;amp;id=22&amp;amp;Itemid=34 Antropologia Linguística - Instituto Grupo Veritas de Pesquisa em História e Antropologia]&lt;br /&gt;
* [http://www.ethnologue.com/14/iso639/codes.asp Códigos e nome das línguas]&lt;br /&gt;
* [http://www.revel.inf.br/files/entrevistas/revel_14_entrevista_perini.pdf  Sobre língua, linguagem e Linguística: uma entrevista com Mario Perini. ReVEL, vol. 8, n. 14, 2010]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{ciências-rodapé}}&lt;br /&gt;
{{Linguística2}}&lt;br /&gt;
{{Linguística}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Linguística| ]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Link FA|bn}}&lt;br /&gt;
{{Link FA|gv}}&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Calimero0000</name></author>
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