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	<title>Lei de Ampère - Histórico de revisões</title>
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		<title>Calimero0000 em 01h45min de 21 de junho de 2018</title>
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		<updated>2018-06-21T01:45:07Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;&lt;/p&gt;
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				&lt;td colspan=&quot;2&quot; style=&quot;background-color: #fff; color: #202122; text-align: center;&quot;&gt;Revisão das 01h45min de 21 de junho de 2018&lt;/td&gt;
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&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot; data-marker=&quot;−&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #ffe49c; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;del style=&quot;font-weight: bold; text-decoration: none;&quot;&gt;{{mais notas|data=agosto de 2012}}&lt;/del&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td colspan=&quot;2&quot; class=&quot;diff-side-added&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;{{eletromagnetismo}}&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;{{eletromagnetismo}}&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;No eletromagnetismo clássico, a &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;lei de Ampère&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; permite calcular o [[campo magnético]] &amp;lt;math&amp;gt;&amp;lt;/math&amp;gt; a partir de uma distribuição de [[densidade de corrente elétrica]] &amp;lt;math&amp;gt;\mathbf{J}&amp;lt;/math&amp;gt; ou de uma [[corrente elétrica]] &amp;lt;math&amp;gt;I&amp;lt;/math&amp;gt;, ambas estacionárias (independentes do tempo). A partir da [[Lei de Biot-Savart]] é possível calcular o [[campo magnético]] associado a uma distribuição estacionária de corrente somando-se as contribuições ao campo de todos os elementos elementos infinitesimais de corrente ao longo do circuito em questão. No caso de uma distribuição complicada de correntes o cálculo pode ser bastante trabalhoso e, em muitos casos, exigir o uso de um computador. Entretanto, se a distribuição possui algum tipo de simetria podemos usar a &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Lei de Ampère&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; para determinar o [[campo magnético]] total, o que facilita consideravelmente os cálculos. O nome da lei é um reconhecimento ao físico francês [[André-Marie Ampère]] que a descobriu em 1826.&amp;lt;ref&amp;gt;[[David Halliday|Halliday, D.]] e [[Robert Resnick|Resnick, R.]] Fundamentos de Física,v.2,8a ed. GEN|LTC&amp;lt;/ref&amp;gt;     &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class=&quot;diff-marker&quot;&gt;&lt;/td&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #f8f9fa; color: #202122; font-size: 88%; border-style: solid; border-width: 1px 1px 1px 4px; border-radius: 0.33em; border-color: #eaecf0; vertical-align: top; white-space: pre-wrap;&quot;&gt;&lt;div&gt;No eletromagnetismo clássico, a &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;lei de Ampère&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; permite calcular o [[campo magnético]] &amp;lt;math&amp;gt;&amp;lt;/math&amp;gt; a partir de uma distribuição de [[densidade de corrente elétrica]] &amp;lt;math&amp;gt;\mathbf{J}&amp;lt;/math&amp;gt; ou de uma [[corrente elétrica]] &amp;lt;math&amp;gt;I&amp;lt;/math&amp;gt;, ambas estacionárias (independentes do tempo). A partir da [[Lei de Biot-Savart]] é possível calcular o [[campo magnético]] associado a uma distribuição estacionária de corrente somando-se as contribuições ao campo de todos os elementos elementos infinitesimais de corrente ao longo do circuito em questão. No caso de uma distribuição complicada de correntes o cálculo pode ser bastante trabalhoso e, em muitos casos, exigir o uso de um computador. Entretanto, se a distribuição possui algum tipo de simetria podemos usar a &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Lei de Ampère&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; para determinar o [[campo magnético]] total, o que facilita consideravelmente os cálculos. O nome da lei é um reconhecimento ao físico francês [[André-Marie Ampère]] que a descobriu em 1826.&amp;lt;ref&amp;gt;[[David Halliday|Halliday, D.]] e [[Robert Resnick|Resnick, R.]] Fundamentos de Física,v.2,8a ed. GEN|LTC&amp;lt;/ref&amp;gt;     &lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
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		<author><name>Calimero0000</name></author>
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		<id>https://wiki.nivel-teorico.com/index.php?title=Lei_de_Amp%C3%A8re&amp;diff=7950&amp;oldid=prev</id>
		<title>Calimero0000: Criou nova página com &#039;{{mais notas|data=agosto de 2012}} {{eletromagnetismo}} No eletromagnetismo clássico, a &#039;&#039;&#039;lei de Ampère&#039;&#039;&#039; permite calcular o campo magnético &lt;math&gt;&lt;/math&gt; a part...&#039;</title>
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		<updated>2013-06-03T11:28:43Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou nova página com &amp;#039;{{mais notas|data=agosto de 2012}} {{eletromagnetismo}} No eletromagnetismo clássico, a &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;lei de Ampère&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; permite calcular o &lt;a href=&quot;/index.php/Campo_magn%C3%A9tico&quot; title=&quot;Campo magnético&quot;&gt;campo magnético&lt;/a&gt; &amp;lt;math&amp;gt;&amp;lt;/math&amp;gt; a part...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;{{mais notas|data=agosto de 2012}}&lt;br /&gt;
{{eletromagnetismo}}&lt;br /&gt;
No eletromagnetismo clássico, a &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;lei de Ampère&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; permite calcular o [[campo magnético]] &amp;lt;math&amp;gt;&amp;lt;/math&amp;gt; a partir de uma distribuição de [[densidade de corrente elétrica]] &amp;lt;math&amp;gt;\mathbf{J}&amp;lt;/math&amp;gt; ou de uma [[corrente elétrica]] &amp;lt;math&amp;gt;I&amp;lt;/math&amp;gt;, ambas estacionárias (independentes do tempo). A partir da [[Lei de Biot-Savart]] é possível calcular o [[campo magnético]] associado a uma distribuição estacionária de corrente somando-se as contribuições ao campo de todos os elementos elementos infinitesimais de corrente ao longo do circuito em questão. No caso de uma distribuição complicada de correntes o cálculo pode ser bastante trabalhoso e, em muitos casos, exigir o uso de um computador. Entretanto, se a distribuição possui algum tipo de simetria podemos usar a &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Lei de Ampère&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; para determinar o [[campo magnético]] total, o que facilita consideravelmente os cálculos. O nome da lei é um reconhecimento ao físico francês [[André-Marie Ampère]] que a descobriu em 1826.&amp;lt;ref&amp;gt;[[David Halliday|Halliday, D.]] e [[Robert Resnick|Resnick, R.]] Fundamentos de Física,v.2,8a ed. GEN|LTC&amp;lt;/ref&amp;gt;    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Motivação Histórica==&lt;br /&gt;
[[Imagem:Oersted&amp;#039;s experiment.JPG|thumb|right|Experimento de Oersted]]&lt;br /&gt;
Em 1819, o físico Dinamarquês [[Hans Christian Oersted]], estudando a ação de uma [[corrente elétrica]] sobre um [[íman|imã]], colocou uma [[bússola]] (agulha imantada) perpendicular ao fio retilíneo por onde passava corrente, não observando qualquer efeito. Todavia, descobriu que quando colocada paralelamente ao fio a [[bússola]] sofria uma deflexão, acabando por orientar-se perpendicularmente a ela.&lt;br /&gt;
Por conseguinte, uma corrente produz um [[campo magnético]]. Os resultados de Oersted foram usados pelo jovem físico [[André Marie Ampère]] para formular a [[Lei de Ampère]] &amp;lt;ref&amp;gt;H. Moysés Nussenzveig, Curso de Física Básica, vol 3, Editora Edgard Blücher, LTDA (1999)&amp;lt;/ref&amp;gt;. No caso de um fio retilíneo muito longo transportando corrente, as linhas de campo magnético são círculos em planos perpendiculares ao fio, e a a orientação de tais linhas pode ser obtida por meio da [[regra da mão direita]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Determinação do campo magnético &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;B&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;==&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Electromagnetism.svg|thumb|right|Uma corrente elétrica provoca um campo magnético.]]&lt;br /&gt;
Analogamente ao caso de um sistema elétrico com elevado grau de liberdade em que a utilização da [[Lei de Gauss]] simplifica enormemente &lt;br /&gt;
a determinação do [[campo elétrico]], a lei de Ampère pode ser usada para determinar &amp;lt;math&amp;gt;\mathbf{B}&amp;lt;/math&amp;gt; num sistema de correntes estacionárias com alguma simetria. Uma vez que &amp;lt;math&amp;gt;\mathbf{\nabla} \cdot \mathbf{B}=0&amp;lt;/math&amp;gt;, as [[linhas de força]] magnéticas são necessariamente fechadas (não existem [[monopólos magnéticos]]). Um exemplo são as linhas de forças circulares ao redor do fio retilíneo por onde passa uma corrente elétrica. O resultado da experiência de Ampère diz que a circulação de &amp;lt;math&amp;gt;\mathbf{B}&amp;lt;/math&amp;gt; ao longo de uma curva C é proporcional à intensidade de corrente &amp;lt;math&amp;gt;I&amp;lt;/math&amp;gt; que atravessa a curva (também denominada circuito amperiano). É importante destacar que isso só vale para correntes estacionárias. A &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;lei de Ampère&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; na forma integral pode ser escrita como:&amp;lt;ref name=&amp;quot;griffiths&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;math&amp;gt;\oint_C \mathbf{B}\cdot d\mathbf{l}=\mu_0 I&amp;lt;/math&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;\mu_0&amp;lt;/math&amp;gt; é a [[permeabilidade magnética]] no vácuo com um valor no [[Sistema Internacional de Unidades]] (SI):&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;math&amp;gt;\mu_0 =4\pi  \times 10^{-7}\frac{\text{N}}{\text{A}^{2}}&amp;lt;/math&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta lei também pode ser escrita na forma diferencial por meio do [[teorema de Stokes]]:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;math&amp;gt;\oint_C \mathbf{B} \cdot d\mathbf{l}=\mu_0 \int_S \mathbf{J}\cdot d\mathbf{a} = \int_S \mathbf{\nabla}\times \mathbf{B} \cdot d\mathbf{a},  &amp;lt;/math&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;S&amp;lt;/math&amp;gt; é qualquer superfície cuja curva suporte seja C. Dado que tal igualdade entre integrais deve valer para qualquer superfície cuja curva suporte seja C, tem-se finalmente:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;center&amp;gt;&amp;lt;math&amp;gt;\mathbf{\nabla}\times \mathbf{B}=\mu_0\mathbf{J} &amp;lt;/math&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;\int \mathbf{J}\cdot d\mathbf{a}&amp;lt;/math&amp;gt; representa a corrente total que passa pela superfície da linha de contorno onde &amp;lt;math&amp;gt;\mathbf{J}&amp;lt;/math&amp;gt; é a [[densidade de corrente elétrica]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Aplicações da Lei de Ampère==&lt;br /&gt;
Quando a simetria do problema permite, é possível extrair o campo magnético &amp;lt;math&amp;gt;\mathbf{B}&amp;lt;/math&amp;gt; para fora da [[integral de linha]] &amp;lt;math&amp;gt;\oint \mathbf{B}\cdot d\mathbf{l}&amp;lt;/math&amp;gt;, permitindo sua determinação via &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Lei de Ampère&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;. Nas circunstâncias em que ela funciona, é de longe o método mais rápido; caso contrário, deve-se recorrer à [[Lei de Biot-Savart]] &amp;lt;ref name=&amp;quot;griffiths&amp;quot;&amp;gt;Griffiths, David J.. Eletrodinâmica (3rd ed.)&amp;lt;/ref&amp;gt;. As configurações de corrente nas quais a &amp;#039;&amp;#039;Lei de Amperè&amp;#039;&amp;#039; pode ser aplicada são:&lt;br /&gt;
* Linhas retas infinitas;&lt;br /&gt;
* Planos infinitos;&lt;br /&gt;
* [[Solenóide]]s infinitos;&lt;br /&gt;
* [[Toróide]]s;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abaixo seguem alguns exemplos citados acima.    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Campo gerado por um cilindro condutor de raio R===&lt;br /&gt;
Temos uma distribuição de corrente com simetria cilíndrica. No caso de um [[condutor elétrico|condutor]] longo, retilíneo e delgado que transporta [[corrente elétrica]] &amp;lt;math&amp;gt;I&amp;lt;/math&amp;gt;, as linhas de [[campo magnético]] devem ser círculos concêntricos com o eixo do condutor. O módulo de B em todos os pontos do percurso de integração é tangencial à circunferência, portanto a integral de linha terá valor &amp;lt;math&amp;gt;B(2\pi r)&amp;lt;/math&amp;gt; onde &amp;lt;math&amp;gt;r&amp;lt;/math&amp;gt; é o raio de uma circunferência imaginária. Considere &amp;lt;math&amp;gt;r&amp;lt;R&amp;lt;/math&amp;gt;, de forma que densidade de corrente é &amp;lt;math&amp;gt;J=\frac{I}{\pi r^{2}}&amp;lt;/math&amp;gt; e &amp;lt;math&amp;gt;I_e = J(\pi r^{2})= I \frac{r^{2}}{R^{2}}&amp;lt;/math&amp;gt;. De acordo com a &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Lei de Ampère&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;:&amp;lt;ref name=&amp;quot;Young&amp;quot;&amp;gt; H. D. Young &amp;amp; R. A. Freedman, Física III: Eletromagnetismo, 12ª. ed., editora Pearson, São Paulo, Brasil, 2009.&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;/br&amp;gt;&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;B(2\pi r)=\mu_0 I \frac{r^{2}}{R^{2}}&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo, para &amp;lt;math&amp;gt;r&amp;lt;R&amp;lt;/math&amp;gt; e usando [[coordenadas cilíndricas]]&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\mathbf{B}=\mu_0\frac{I}{2\pi}\frac{r}{R^{2}} \hat{\boldsymbol{\phi}}&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já para &amp;lt;math&amp;gt;r&amp;gt;R&amp;lt;/math&amp;gt;, temos o valor da corrente encerreda como o valor da [[corrente elétrica]] total &amp;lt;math&amp;gt;I_e=I&amp;lt;/math&amp;gt;, de forma que:&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\mathbf{B}=\mu_0\frac{I}{2\pi r} \hat{\boldsymbol{\phi}}&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Campo de um solenoide infinito=== &lt;br /&gt;
[[Ficheiro:VFPt Solenoid correct2.svg|thumb|right|Esta figura ilustra o comportamento das linhas de campo magnético de um solenóide]]&lt;br /&gt;
Um [[solenoide]] é constituído por um enrolamento helicoidal de fio sobre um núcleo, geralmente com uma seção reta circular. É possível ter centenas ou milhares de [[espiras]] enroladas de forma compacta, de modo que cada [[espira]] se comporta como uma espira circular. As linhas de campo próximas do centro do solenoide são aproximadamente paralelas, indicando um [[campo magnético]] quase constante. Já na região externa ao solenóide, as linhas de campo são mais espaçadas, gerando um campo magnético mais fraco. O solenoide conduz uma corrente &amp;lt;math&amp;gt;I&amp;lt;/math&amp;gt; e possui &amp;lt;math&amp;gt;n&amp;lt;/math&amp;gt; espiras por unidade de comprimento. No caso de um solenóide infinito ou muito longo, o campo pode ser tomado como nulo fora do solenóide e uniforme na região interior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Usando a [[Lei de Ampère]] temos:&amp;lt;ref name=&amp;quot;Young&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\oint \mathbf{B}\cdot d\mathbf{l}=\int_{a}^{b}\mathbf{B}\cdot d\mathbf{l}=BL&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde &amp;lt;math&amp;gt;L&amp;lt;/math&amp;gt; é o comprimento do solenoide. O número de espiras para um dado comprimento &amp;lt;math&amp;gt;L&amp;lt;/math&amp;gt; é &amp;lt;math&amp;gt;nL&amp;lt;/math&amp;gt;. Portanto, temos a corrente total da seguinte maneira: &amp;lt;math&amp;gt;I_e=nLI&amp;lt;/math&amp;gt; e o valor do campo fica:&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\mathbf{B}=\mu_0 nI\hat{\mathbf{z}}&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
onde tomou-se o eixo &amp;lt;math&amp;gt;z&amp;lt;/math&amp;gt; como paralelo ao eixo do cilindro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===Campo de um solenoide toroidal===&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Toroidal Inductor-with Fully Confined Magnetic B Field, Three View.JPG|thumb|right|Ilustração de um toróide de seção retangular]]&lt;br /&gt;
Um solenóide toroidal ou toróide é um solenóide que conduz uma corrente &amp;lt;math&amp;gt;I&amp;lt;/math&amp;gt; através de um enrolamento com &amp;lt;math&amp;gt;N&amp;lt;/math&amp;gt; espiras em torno de um núcleo em forma de rosca. Com uma aproximação idealizada, a simetria circular da configuração nos leva a concluir que as linhas de [[campo magnético]] são circunferências concêntricas com o eixo do [[toróide]]. Esta argumentação é válida porque consideramos o fluxo da corrente através da periferia do toroide desprezível. O campo magnético de um toroide está inteiramente confinado ao espaço no interior das espiras (o campo é zero fora do toróide).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considere que o [[campo magnético]] seja tangente à circunferência e que a integral &amp;lt;math&amp;gt;\oint \mathbf{B}\cdot d\mathbf{l}=B(2\pi r)&amp;lt;/math&amp;gt;. A corrente total que passa no interior delimitado pelo percurso é &amp;lt;math&amp;gt;I_e=NI&amp;lt;/math&amp;gt;, onde &amp;lt;math&amp;gt;N&amp;lt;/math&amp;gt; é o número total de espiras do toroide. Então, de acordo com a &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Lei de ampère&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; temos:&amp;lt;ref name=&amp;quot;Young&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;B(2\pi r)=\mu_0 NI&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
de forma que em [[coordenadas cilíndricas]] tem-se&lt;br /&gt;
:&amp;lt;math&amp;gt;\mathbf{B}=\frac{\mu_0 NI}{2\pi r}\hat{\boldsymbol{\phi}}&amp;lt;/math&amp;gt;&amp;lt;/center&amp;gt; ,&lt;br /&gt;
onde tomou-se como eixo z o eixo de simetria do toróide.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Referências}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ver também==&lt;br /&gt;
*[[Lei de Gauss]]&lt;br /&gt;
*[[Equações de Maxwell]]&lt;br /&gt;
*[[Lei de Biot-Savart]]&lt;br /&gt;
*[[Campo magnético]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Portal3|Física}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{DEFAULTSORT:Lei Ampere}}&lt;br /&gt;
[[Categoria:Eletromagnetismo]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Calimero0000</name></author>
	</entry>
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