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	<title>Etanol como combustível no Brasil - Histórico de revisões</title>
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		<title>Calimero0000: Criou nova página com &#039;&lt;!--Para melhorar o contéudo e o estilo, siga como referência o artigo em inglês &quot;Ethanol fuel in Brazil&quot;. Este artigo foi criado como tradução desse, mais ainda fal...&#039;</title>
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		<updated>2013-05-28T12:45:12Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou nova página com &amp;#039;&amp;lt;!--Para melhorar o contéudo e o estilo, siga como referência o artigo em inglês &amp;quot;Ethanol fuel in Brazil&amp;quot;. Este artigo foi criado como tradução desse, mais ainda fal...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&amp;lt;!--Para melhorar o contéudo e o estilo, siga como referência o artigo em inglês &amp;quot;Ethanol fuel in Brazil&amp;quot;. Este artigo foi criado como tradução desse, mais ainda faltou muito por traduzir--&amp;gt;&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Sao Paulo ethanol pump 04 2008 74 zoom.jpg|250px|thumb|right|O [[álcool]] está disponível em todos os postos do país. Posto típico da [[Petrobras]] em [[São Paulo]], com fornecimento de álcool (marcado A) e gasolina comum (marcada G).]]&lt;br /&gt;
O [[Brasil]] é o segundo maior produtor de [[etanol]] do mundo, o maior [[exportador]] mundial, e é considerado o líder internacional em matéria de [[biocombustíveis]] e a primeira [[economia]] em ter atingido um uso [[sustentável]] dos [[biocombustíveis]].&amp;lt;ref name=&amp;quot;Wilson&amp;quot;&amp;gt;{{cite web|url=http://www.wilsoncenter.org/topics/pubs/Brazil_SR_e3.pdf|title=Brazil Institute Special Report: The Global Dynamics of Biofuels|author=Daniel Budny and Paulo Sotero, editor|publisher=Brazil Institute of the Woodrow Wilson Center|date= 2007-04|accessdate=2008-05-03|language=Inglés}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;ref name=&amp;quot;Apollo&amp;quot;&amp;gt;{{Referência a livro | Autor = Jay Inslee e Bracken Hendricks | Título = Apollo&amp;#039;s Fire | Ano = 2007 | pages=153-155, 160-161 | Editora = Island Press, Washington, D.C. |language=Inglês |id = ISBN 978-1-59726-175-3 }} Ver o capítulo 6. &amp;#039;&amp;#039;Homegrown Energy&amp;#039;&amp;#039; (Energía cultivada en casa).&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;ref name=&amp;quot;NYT100406&amp;quot;&amp;gt;{{cite web|url=http://www.nytimes.com/2006/04/10/world/americas/10brazil.html?pagewanted=1&amp;amp;sq=Bush%20Brazil%20ethanol&amp;amp;st=nyt&amp;amp;scp=5 |title=With Big Boost From Sugar Cane, Brazil Is Satisfying Its Fuel Needs |author=Larry Rother|publisher=The New York Times|date=2006-04-10|accessdate=2008-04-28|language=Inglés }}&amp;lt;/ref&amp;gt; Juntamente, o [[Brasil]] e os [[Estados Unidos]] lideram a produção do [[etanol]], e foram responsáveis em [[2008]] por 89% da produção mundial &amp;lt;ref name=&amp;quot;WasPos1&amp;quot;&amp;gt;{{cite web |url=http://www.washingtonpost.com/wp-dyn/content/article/2007/02/22/AR2007022201361.html |title=Latin America -- the &amp;#039;Persian Gulf&amp;#039; of Biofuels? |publisher=The Washington Post|author= Marcela Sanchez |date=2007-02-23 |accessdate=2008-05-03|language=Inglés }}&amp;lt;/ref&amp;gt; e quase 90% do etanol combustível.&amp;lt;ref name=&amp;quot;WorldBank&amp;quot;&amp;gt;{{cite web|url=http://siteresources.worldbank.org/INTWDR2008/Resources/2795087-1192112387976/WDR08_05_Focus_B.pdf |title=Biofuels: The Promise and the Risks, in World Development Report 2008 |publisher=The Worl Bank|date=2008|pages= pp. 70-71|accessdate=2008-05-04|language=Inglés }}&amp;lt;/ref&amp;gt; Em 2008 a produção brasileira foi de 24,5 bilhões de [[litro]]s,&amp;lt;ref name=&amp;quot;RFA1E&amp;quot;&amp;gt;{{cite web |url=http://www.ethanolrfa.org/industry/statistics/#E|title=Industry Statistics: Annual World Ethanol Production by Country|publisher=Renewable Fuels Association|date= |accessdate=2008-05-02|language=Inglés }}&amp;lt;/ref&amp;gt; equivalente ao 37,3% da produção mundial de etanol.&amp;lt;ref name=&amp;quot;WorldBank&amp;quot;/&amp;gt; A indústria brasileira de etanol tem 30 anos de história e o país usa como [[insumo]] agrícola a [[cana de açucar]], além disso, por regulamentação do Governo Federal, toda a [[gasolina]] comercializada no país é misturada com 25% de etanol, e desde Julho de 2009 circulam no país mais de 8 milhões de [[veículos]], [[automóveis]] e veículos comerciais leves,&amp;lt;ref name= &amp;quot;Folha Online&amp;quot;&amp;gt;{{cite web |url=http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u428265.shtml|title=Veículos flex somam 6 milhões e alcançam 23% da frota |date=2008-08-04| publisher=Folha Online |accessdate=2008-08-09|language=Portugués}}&amp;lt;/ref&amp;gt; que podem rodar com 100% de etanol ou qualquer outra combinação de etanol e [[gasolina]], e são chamados popularmente de [[Veículo flex|carros &amp;quot;flex&amp;quot;]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== História ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Canaviais Sao Paulo 01 2008 06.jpg|right|250px|thumb|[[Cana de açúcar]] (&amp;#039;&amp;#039;Saccharum officinarum&amp;#039;&amp;#039;) pronta para a [[safra]], [[Ituverava]], [[São Paulo]].]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os primeiros usos práticos do etanol deram-se entre meados dos [[anos 1920]] e início dos [[anos 1930]]. Mas somente nos [[anos 1970]], com a [[crise do petróleo]], que o [[Brasil]] passou a usar maciçamente o etanol como combustível. Na segunda metade da [[década de 1980]] por diversos motivos ocorreu uma forte retração no consumo de álcool combustível. Atualmente uma combinação de fatores como a preocupação com o [[meio ambiente]] e a esperada futura escassez de [[combustíveis fósseis]] levaram a um interesse renovado pelo etanol.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== As primeiras experiências de extração do álcool ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira experiência de uso do etanol como combustível no Brasil aconteceu em [[1925]].&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.brasil.gov.br/sobre/ciencia-e-tecnologia/unidades-de-pesquisa/instituto-nacional-de-tecnologia-int/print Brasil.Gov] - Instituto Nacional de Tecnologia (INT). Página visitada em 24/12/2012. {{pt}}&amp;lt;/ref&amp;gt; Neste ano, um automóvel adaptado para funcionar com álcool etílico hidratado foi intensamente testado.&amp;lt;ref name=&amp;quot;Instituto Nacional de Tecnologia&amp;quot;&amp;gt;[http://www.int.gov.br/noticias/tercas-tecnologicas-apresenta-um-panorama-das-pesquisas-em-biocombustiveis-nos-ultimos-90-anos Instituto Nacional de Tecnologia] - Terças Tecnológicas apresenta um panorama das pesquisas em biocombustíveis nos últimos 90 anos. Página visitada em 24/12/2012. {{pt}}&amp;lt;/ref&amp;gt; A responsável por esta experiência foi a Estação Experimental de Combustíveis e Minérios (futuro [[Instituto Nacional de Tecnologia]]).&amp;lt;ref name=&amp;quot;Instituto Nacional de Tecnologia&amp;quot; /&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A [[USGA]] (&amp;#039;&amp;#039;Usina Serra Grande [[Alagoas]]&amp;#039;&amp;#039;) foi a primeira do país a produzir etanol combustível em [[1927]].&amp;lt;ref&amp;gt;{{Cite web| url=http://www.aondevamos.eng.br/boletins/edicao07.htm|title=USGA: EM 1927, O PRIMEIRO GRANDE EMPREENDIMENTO BRASILEIRO EM ÁLCOOL COMBUSTÍVEL|author= |publisher= |date=Junho de 2000 |accessdate=20 de Outubro de 2008 |language=Portugués}}&amp;lt;/ref&amp;gt; No início da década seguinte com a queda nos preços do petróleo, este empreendimento não teve condições de prosseguir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante a [[revolução constitucionalista]], [[João Bottene]]&amp;lt;ref&amp;gt;{{Cite web| url=http://www.aprovincia.com/padrao.aspx?texto.aspx?idContent=70981|title=João Bottene: o criador do motor a álcool para carro e avião|author= |publisher= |date=20 de Outubro de 2008 |accessdate=20 de Outubro de 2008|language=Portugués}}&amp;lt;/ref&amp;gt; desenvolveu um combustível a base de álcool e [[óleo de mamona]] para auxiliar os revolucionários. Anteriormente ele já adaptara veículos para utilizarem etanol. Mais tarde fabricou uma [[locomotiva]] movida a álcool e adaptou um [[avião]] para funcionar com este combustível.&amp;lt;ref&amp;gt;{{Cite web| url=http://www.aprovincia.com/padrao.aspx?texto.aspx?idContent=71008&amp;amp;idContentSection=712|title=João Bottene: o criador do motor a álcool para carro e avião (2)|author= |publisher= |date=20 de Outubro de 2008|accessdate=20 de Outubro de 2008 |language=Portugués}}&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar destas experiências bem sucedidas com o etanol, o uso deste como combustível acabou por ser posto de lado. Tanto que, durante a [[II guerra mundial]] o Brasil optou pelo [[gasogênio]] como alternativa à [[gasolina]] para os  automóveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Anos 1970: a crise do petróleo e o Pró-álcool ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Primeiro carro alcool.jpg|thumb|250px|Primeiro protótipo de veículo equipado com motor a álcool (um [[Dodge]] 1800), em exposição no &amp;#039;&amp;#039;Memorial Aeroespacial Brasileiro&amp;#039;&amp;#039; de [[São José dos Campos]].]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir da crise do [[petróleo]], na [[década de 1970]], o Governo [[brasil]]eiro, numa atitude isolada internacionalmente, criou o programa [[Pró-álcool]], e o etanol novamente recebeu as atenções como biocombustível de extrema utilidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto o governo promovia estudos econômicos para a sua produção em grande escala, oferecendo [[tecnologia]] e até mesmo [[subsídio]]s às usinas produtoras de [[açúcar]] e [[álcool]], as [[Indústria automobilística no Brasil|indústrias automobilísticas instaladas no Brasil]] na época - [[Volkswagen]], [[Fiat]], [[Ford]] e [[General Motors]] - adaptavam seus motores para receber o álcool combustível. Daí, surgiriam duas versões no mercado: [[motor a álcool]] e a [[gasolina]].  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro carro a álcool lançado foi o [[Fiat 147]] em [[1978]]. Daí até [[1986]], o carro a álcool ganhou o gosto popular dos brasileiros, sendo que a quase totalidade dos veículos saídos das montadoras brasileiras naquele ano utilizava esse combustível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== A &amp;quot;crise do álcool&amp;quot; ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir de então, o consumo de álcool apresentou queda gradual. Os motivos passam pela alta no preço internacional do [[açúcar]], o que desestimulou a fabricação de álcool. Com o produto escasseando no mercado, o Governo brasileiro iniciou a importação de etanol dos [[Estados Unidos]], em [[1991]], ao tempo que ia retirando, progressivamente, os [[subsídio]]s à produção, promovendo a quase extinção do Pró-Álcool. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A queda no uso desse biocombustível também se deveu, ao longo da [[década de 1990]], a problemas técnicos nos motores a álcool, incapazes de um bom desempenho nos períodos frios, principalmente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Four Brazilian full flex-fuel automoviles 05 2008.jpg|250px|thumb|right|Típicos modelos de automóvel [[brasil]]eiro de combustível flexível de vários fabricantes, popularmente conhecidos como &amp;quot;[[Veículo flex|flex]]&amp;quot;, operam com qualquer mistura de [[Álcool combustível|álcool]] ([[Misturas comuns do álcool combustível#E100|E100]]) e [[gasolina]] ([[Misturas comuns do álcool combustível#E20 e E25|E20 a E25]]).]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante a década, com altas inesperadas no preço do petróleo, o álcool seria misturado à gasolina, numa taxa em torno de vinte por cento, como forma de amenizar o preço da gasolina ao consumidor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== O álcool hoje ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No início do [[século XXI]], na certeza de escassez e de crescente elevação no preço dos combustíveis fósseis, priorizam-se novamente os investimentos na produção de etanol por um lado e, por outro, um amplo investimento na pesquisa e criação de novos biocombustiveis. Diante de uma situação nacional antiga e inconstante, justamente causada pelas altas e baixas do petróleo, as grandes montadoras brasileiras aprofundaram-se em pesquisas e, dessa forma, lançaram uma tecnologia revolucionária: os carros dotados de motor [[bicombustível]], fabricados tanto para o uso de gasolina quanto de álcool.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De 2002 a 2011 não houve quedas na produção do etanol no centro-sul do Brasil.&amp;lt;ref&amp;gt;{{citar web |url=http://www.brasileconomico.com.br/noticias/oferta-de-etanol-cai-pela-primeira-vez-desde-2002_104263.html |título=Oferta de etanol cai pela primeira vez desde 2002 |acessodata=14 de julho de 2011 |data=14 de julho de 2011 |publicado=[[Brasil Econômico]] |citação= }}&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Características do mercado brasileiro ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Ficheiro:Panorama Usina Costa Pinto Piracicaba SAO 10 2008.jpg|thumb|left|300px|Vista panorâmica da Destilaria Costa Pinto em [[Piracicaba]], fábrica que produz [[açúcar]] e [[Álcool combustível|etanol combustível]] além de outros tipos de [[álcool]].]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A [[Indústria automobilística no Brasil|indústria automobilística brasileira]] desenvolveu veículos que funcionan com flexibilidade no tipo de combustível, que são conhecidos na [[lingua inglesa]] como &amp;quot;&amp;#039;&amp;#039;full flexible-fuel vehicles&amp;#039;&amp;#039;&amp;quot; (FFFVs), ou simplesmente &amp;quot;[[Veículo flex|flex]]&amp;quot;, no Brasil, pela sua capacidade do motor funcionar com qualquer proporção na mistura de [[gasolina]] e álcool. Disponíveis no mercado desde [[2003]], os [[veículo flex|veículos flex]] resultaram em sucesso comercial,&amp;lt;ref name=&amp;quot;ICIS&amp;quot;&amp;gt;{{cite web| url=http://www.icis.com/Articles/2007/11/12/9077311/brazils-flex-fuel-car-production-rises-boosting-ethanol-consumption-to-record-highs.html |title=Brazil&amp;#039;s flex-fuel car production rises, boosting ethanol consumption to record highs|date=2007-11-12|author=William Lemos |publisher=ICIS chemical business |accessdate=2008-05-03|language=Inglés }}&amp;lt;/ref&amp;gt; e já em Agosto de 2008, a frota de automóveis e veículos comercias leves tipo &amp;quot;flex&amp;quot; tinha atingido a marca de 6,2 milhões de veículos, representando 23% da frota automotriz do Brasil.&amp;lt;ref name= &amp;quot;Folha Online&amp;quot;/&amp;gt; O sucesso dos veículos &amp;quot;flex&amp;quot;, conjuntamente com a obrigatoriedade ao nível nacional de usar de 20 a 25% do álcool misturado com gasolina convencional ([[Misturas comuns do álcool combustível#E20 e E25|E20-E25]]), permitiu ao etanol combustível superar o consumo de gasolina em Abril de 2008.&amp;lt;ref name=&amp;quot;Apollo&amp;quot;/&amp;gt;&amp;lt;ref name=&amp;quot;Apollo&amp;quot;/&amp;gt;&amp;lt;ref name= &amp;quot;ANP07_2008&amp;quot;&amp;gt;{{cite web |url=http://br.invertia.com/noticias/noticia.aspx?idNoticia=200807152306_ABR_77211977 |title=ANP: consumo de álcool combustível é 50% maior em 2007 |author=Agência Brasil | date=2008-07-15|publisher=Invertia |accessdate=2008-08-09|language=}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;ref name= &amp;quot;ANP02_2008&amp;quot;&amp;gt;{{cite web|url=http://www.agropecuariabrasil.com.br/anp-estima-que-consumo-de-alcool-supere-gasolina/ |title=ANP estima que consumo de álcool supere gasolina |author=Gazeta Mercantil |date=2008|publisher=Agropecuária Brasil |accessdate=2008-08-09|language=}}&amp;lt;/ref&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para melhorar a eficiência dos motores a álcool, novas tecnologias ainda são desenvolvidas.&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.redetec.org.br/inventabrasil/malcpre.htm Redetec] - MAPV: Motor à álcool pré-vaporizado. Página visitada em 24/12/2012. {{pt}}&amp;lt;/ref&amp;gt; Experiências indicam que o uso de álcool [[vapor]]izado como combustível é uma alternativa promissora.&amp;lt;ref&amp;gt;[http://www.jornalcana.com.br/noticia/Jornal-Cana/43035+Tecnologia-aumenta-a-eficiencia-do-alcool Jornal da Cana] - Tecnologia aumenta a eficiência do álcool. Página visitada em 24/12/2012. {{pt}}&amp;lt;/ref&amp;gt; Esta seria uma forma de reduzir consumo e emissões e, ao mesmo tempo, obter ganhos de potência nestes motores (&amp;#039;&amp;#039;ver: [[estequiômetro]] e [[Motor_a_álcool_pré_vaporizado#Motor_a_.C3.A1lcool_pr.C3.A9-vaporizado|motor a álcool pré-vaporizado]]&amp;#039;&amp;#039;).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O consumo do álcool representou quase 18% da matriz de combustíveis veiculares em 2006 (a matriz inclui os veículos que utilizam óleo [[diesel]]).&amp;lt;ref name= &amp;quot;BEN2007&amp;quot;&amp;gt;{{cite web|url=http://www.mme.gov.br/site/menu/select_main_menu_item.do?channelId=1432&amp;amp;pageId=14493 |title=2007 Balanço Energético Nacional: Sumário Executivo ||author=  |date=|publisher=Ministério de Minas e Energia do Brasil |accessdate=2008-05-10|language=Portugués}} Tabla 2. El reporte está basado en datos de 2006&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;ref name= &amp;quot;Brazil48_20&amp;quot;&amp;gt;{{cite web|url=http://www.washingtontimes.com/article/20080507/COMMENTARY/381443705/1012/commentary |title=Brazil&amp;#039;s energy plan examined |author=D. Sean Shurtleff | |date=2008-05-07|publisher=The Washington Times |accessdate=2008-05-10|language=Inglês}}&amp;lt;/ref&amp;gt; No Brasil, o refino do etanol é controlado pela [[Cosan]]/[[Shell]], São Martinho, [[Bunge]] e [[Braskem]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Comparação entre a produção de etanol nos Estados Unidos e Brasil ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| class=&amp;quot;wikitable&amp;quot; style=&amp;quot;margin: 1em auto 1em auto&amp;quot; &lt;br /&gt;
! colspan=&amp;quot;4&amp;quot; align=center style=&amp;quot;background-color: #abcdef;&amp;quot; | Comparação das principais caraterísticas &amp;lt;br /&amp;gt; da indústria do etanol nos Estados Unidos e Brasil&lt;br /&gt;
|- align=center&lt;br /&gt;
| bgcolor=&amp;quot;#ABCDEF&amp;quot;| Característica|| bgcolor=&amp;quot;#ABCDEF&amp;quot;| {{BRA}} || bgcolor=&amp;quot;#ABCDEF&amp;quot;|{{USA}} || bgcolor=&amp;quot;#ABCDEF&amp;quot;| Unidades/comentário  &lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
|Matéria prima ([[insumo]] agrícola)||align=&amp;quot;center&amp;quot;| [[Cana de açúcar]] ||align=&amp;quot;center&amp;quot; | [[Milho]] || &amp;lt;small&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; &lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
|Matéria prima ([[química]])||align=&amp;quot;center&amp;quot;| [[Glicose]] (Monossacarideo)||align=&amp;quot;center&amp;quot; | [[Amido]] || &amp;lt;small&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt; &lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
|Produção total de etanol (2008) &amp;lt;ref name=&amp;quot;RFA1E&amp;quot;/&amp;gt;||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 6,472 ||align=&amp;quot;center&amp;quot;|9,000 || &amp;lt;small&amp;gt;Milhões de [[galão|galões líquidos EUA]] &amp;lt;/small&amp;gt;   &lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
|Total terras aráveis &amp;lt;ref name=&amp;quot;Veja_30_04&amp;quot;&amp;gt;{{Cite web|url=http://veja.abril.com.br/300408/p_058.shtml|title=Ele é o falso vilão|author=Julia Duailibi|publisher=Revista Veja|language=Portuguese|date=2008-04-27|accessdate=2008-05-03}}&amp;lt;/ref&amp;gt;||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 354 ||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 270&amp;lt;small&amp;gt;&amp;lt;sup&amp;gt;(1)&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;small&amp;gt; || &amp;lt;small&amp;gt;Milhões [[hectares]]. &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
|Área total plantada do cultivo para produzir etanol&amp;lt;ref name=&amp;quot;Veja_30_04&amp;quot;/&amp;gt;&amp;lt;ref name=&amp;quot;Ethanol&amp;quot;&amp;gt;{{Referência a livro | Autor = Jeffrey Goettemoeller e Adrian Goettemoeller | Título = Sustainable Ethanol: Biofuels, Biorefineries, Cellulosic Biomass, Flex-Fuel Vehicles, and Sustainable Farming for Energy Independence | Ano = 2007| Editora = Praire Oak Publishing, Maryville, Missouri |pages=42 |language=Inglês| id = ISBN 978-0-9786293-0-4 }}&amp;lt;/ref&amp;gt; ||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 3,6 &amp;lt;small&amp;gt;(1%)&amp;lt;/small&amp;gt;||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 10 &amp;lt;small&amp;gt;(3,7%)&amp;lt;/small&amp;gt;|| &amp;lt;small&amp;gt;Milhões [[hectares]] (% total arável) em 2006&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
|Productividade per hectare plantada&amp;lt;ref name=&amp;quot;Wilson&amp;quot;/&amp;gt;&amp;lt;ref name=&amp;quot;Veja_30_04&amp;quot;/&amp;gt;&amp;lt;ref name=&amp;quot;Ethanol&amp;quot;/&amp;gt;&amp;lt;ref name=&amp;quot;Epoca_16_06&amp;quot;&amp;gt;{{cite web |url=http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI5865-15273.html |title=Por que a cana é melhor que o milho |publisher= Revista Época | author=Maria Helena Tachinardi | date=2008-06-13 |language= |accessdate=2008-08-06 }} Edición impresa pp. 73&amp;lt;/ref&amp;gt; ||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 6,800-8,000 ||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 3,800-4,000 || &amp;lt;small&amp;gt;[[Litro]]s de etanol per [[hectare]] produzidos.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
|Balanço energético (produtividade energética)&amp;lt;ref name=&amp;quot;NYT100406&amp;quot;/&amp;gt;&amp;lt;ref name=&amp;quot;Ethanol&amp;quot;/&amp;gt;||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 8,3 a 10,2 vezes ||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 1,3-1,6 vezes||&amp;lt;small&amp;gt;Relação da energía gastada na produção/energia obtida do etanol&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Redução das emissões de [[gases de efeito estufa]] &amp;lt;ref name=&amp;quot;WorldBank&amp;quot;/&amp;gt;&amp;lt;ref name=&amp;quot;Ethanol&amp;quot;/&amp;gt;&amp;lt;ref name= &amp;quot;Science08&amp;quot;&amp;gt;{{cite journal|url=http://www.sciencemag.org/cgi/content/abstract/1151861|title=Use of U.S. Croplands for Biofuels Increases Greenhouse Gases Through Emissions from Land-Use Change|author=Timothy Searchinger et al.|journal=Science | volume=319 |issue=5867 |pages=1238 - 1240 |date=2008-02-29| doi=10.1126/science.1151861 |date=2008-02-29 |accessdate=2008-05-09 |language=Inglês}} Originalmente publicado &amp;quot;online&amp;quot; em &amp;#039;&amp;#039;Science&amp;#039;&amp;#039; Express em 2008-02-07. Nota: Existe controvérsia sobre os resultados desta publicação por considerar que usou supostos correspondentes ao ‘’pior cenário‘’. Ver ‘’Letters to &amp;#039;&amp;#039;Science&amp;#039;&amp;#039;‘’ de Wang e Haq.&amp;lt;/ref&amp;gt; ||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 86-90%&amp;lt;small&amp;gt;&amp;lt;sup&amp;gt;(2)&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt;||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 10-30%&amp;lt;small&amp;gt;&amp;lt;sup&amp;gt;(2)&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt;||&amp;lt;small&amp;gt; % de emissões evitadas ao substituir gasolina por álcool, sem mudanças nos usos dos solos&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Tempo para restituir o carbono pelo uso de terras novas&amp;lt;ref name=&amp;quot;Oxfam&amp;quot;&amp;gt;{{cite web|url=http://www.oxfam.org/files/bp114-inconvenient-truth-biofuels-0806.pdf |title=Another Inconvenient Truth|author= |publisher=[[Oxfam]] |date=2008-06-28 |accessdate=2008-08-06|language=Inglês}} Oxfam Briefing Paper 114, figura 2 pp.8&amp;lt;/ref&amp;gt; ||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 17 anos&amp;lt;small&amp;gt;&amp;lt;sup&amp;gt;(3)&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;small&amp;gt;||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 93 anos&amp;lt;small&amp;gt;&amp;lt;sup&amp;gt;(3)&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;small&amp;gt;||&amp;lt;small&amp;gt;Cenários com mudanças no uso do solo por Fargione et al.&amp;lt;ref name=&amp;quot;Fargione08&amp;quot;&amp;gt;{{cite journal|url= http://www.sciencemag.org/cgi/content/abstract/1152747 |title=Land Clearing and the Biofuel Carbon Debt |author=Fargione et al. |journal=Science | volume=319 |issue=5867 |pages=1235 - 1238 |date=2008-02-29 |accessdate=2008-08-06 |language=Inglés|doi= 10.1126/science.1152747}} Originalmente publicado &amp;quot;online&amp;quot; em &amp;#039;&amp;#039;Science&amp;#039;&amp;#039; Express em 2008-02-07. Nota: Existe controvérsia aos resultados desta publicação por considerar que usou supostos correspondentes ao ‘’pior cenário‘’.&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Frota de [[veículo flex|veículos flex]] ([[automóvel|autos]] e comercias leves)&amp;lt;ref name= &amp;quot;Folha Online&amp;quot;/&amp;gt;&amp;lt;ref name=&amp;quot;EEREAP08&amp;quot;&amp;gt;{{cite web | url=http://www.eere.energy.gov/afdc/data/vehicles.html| title= Data, Analysis and Trends: Light Duty E85 FFVs in Use (1998-2008) | author=National Renewable Energy Laboratory, U.S. Department of Energy | publisher=Alternative Fuels and Advanced Vehicles Data Center | date=2007-09-17 | accessdate=2008-08-19 |language=Inglês }} &amp;#039;&amp;#039;Trend of total FFVs in use from 1998-2008, based on FFV production rates and life expectancy&amp;#039;&amp;#039; (Excel file)&amp;lt;/ref&amp;gt;||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 8,2 milhões||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 8,0 milhões|| &amp;lt;small&amp;gt;Somente automóveis e camionetes. Brasil em Julho de 2009 (frota usa [[Misturas comuns do álcool combustível#E20 e E25|E25]] a [[Misturas comuns do álcool combustível#E20, E25|E100]]) e E.U.A no início de 2009 (usa somente [[Misturas comuns do álcool combustível#E85|E85]]).&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
|Postos de gasolina com venda de etanol no país&amp;lt;ref name=&amp;quot;Wilson&amp;quot;/&amp;gt;&amp;lt;ref name=&amp;quot;Apollo&amp;quot;/&amp;gt;||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 33.070 &amp;lt;small&amp;gt;(100%)&amp;lt;/small&amp;gt;||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 1.963 &amp;lt;small&amp;gt;(1%)&amp;lt;/small&amp;gt;||&amp;lt;small&amp;gt;% do total de postos em cada país. Em Dezembro 2007 para Brasil e Março 2009  para E.U.A.&amp;lt;ref name= &amp;quot;E85stat&amp;quot;&amp;gt;{{cite web | url=http://www.e85fuel.com/news/080808fyi.htm | title= New E85 Stations |publisher =  NEVC FYI Newsletter (Vol 14 no. 13) | author= NEVC | author=National Ethanol Vehicle Coalition | date=2008-08-08 | accessdate= 2008-08-19 |language=Inglês}}&amp;lt;/ref&amp;gt;&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|- &lt;br /&gt;
|Participação do etanol no mercado de gasolina&amp;lt;ref name= &amp;quot;ANP07_2008&amp;quot;/&amp;gt;&amp;lt;ref name= &amp;quot;ANP02_2008&amp;quot;/&amp;gt;&amp;lt;ref name= &amp;quot;EIA2006&amp;quot;&amp;gt;{{cite web|url=http://www.eia.doe.gov/cneaf/solar.renewables/page/prelim_trends/rea_prereport.html#_ftn4 |title= Renewable Energy Consumption and Electricity Preliminary 2006 Statistics: Ethanol |author=Energy Information Administration | date=August 2007|publisher=EIA |accessdate=2008-08-09|language=Inglês}}&amp;lt;/ref&amp;gt; ||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 50%&amp;lt;small&amp;gt;&amp;lt;sup&amp;gt;(4)&amp;lt;/sup&amp;gt;&amp;lt;small&amp;gt; ||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 4% ||&amp;lt;small&amp;gt;% do consumo total em base volumétrica. Brasil até Abril 2008 e ano 2006 para E.U.A.&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Custo de produção ([[USD]]/[[galão]]) &amp;lt;ref name=&amp;quot;Wilson&amp;quot;/&amp;gt; ||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 0,83||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 1,14|| &amp;lt;small&amp;gt;2006/2007 para o Brasil (22¢/litro), 2004 para E.U.A (35¢/litro)  &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Subsídio agrícola (em [[USD]]) &amp;lt;ref name=&amp;quot;Apollo&amp;quot;/&amp;gt;&amp;lt;ref name=&amp;quot;Veja_30_04&amp;quot;/&amp;gt;||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 0||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 0,45/glão || &amp;lt;small&amp;gt;E.U.A. desde 1 de Janeiro 2009. No Brasil a produção do etanol já não tem subsídios.  &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|Tarifas de importação (em [[USD]]) &amp;lt;ref name=&amp;quot;Wilson&amp;quot;/&amp;gt;&amp;lt;ref name=&amp;quot;NYT100406&amp;quot;/&amp;gt;||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 0||align=&amp;quot;center&amp;quot;| 0,54/galão || &amp;lt;small&amp;gt; Até 30 de Abril 2008, o Brasil não importa etanol, [[E.U.A.]] importa, a maioria do Brasil&amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
| colspan=&amp;quot;4&amp;quot; align=left| &amp;lt;small&amp;gt;Notas: (1) Somente [[E.U.A.]] contíguo (excluindo [[Alasca]]) (2) Presume que não tem mudanças no uso do solo.&amp;lt;ref name= &amp;quot;Science08&amp;quot;/&amp;gt; (3) Presume mundanças nos usos do solo na lavoura de cana de açúcar no [[cerrado]] brasileiro e do milho na [[pradaria]] central americana.&amp;lt;ref name=&amp;quot;Fargione08&amp;quot;/&amp;gt; (4) Quando inclusos os veículos de motor [[diesel]], o uso do etanol no setor viário foi perto de 18% em 2006.&amp;lt;/small&amp;gt;&amp;lt;ref name= &amp;quot;BEN2007&amp;quot;/&amp;gt;&amp;lt;ref name= &amp;quot;Brazil48_20&amp;quot;/&amp;gt;  &amp;lt;/small&amp;gt;&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== {{Ver também}} ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Centro de Tecnologia Canavieira]]&lt;br /&gt;
* [[Energia renovável no Brasil]]&lt;br /&gt;
* [[Misturas comuns do álcool combustível]]&lt;br /&gt;
* [[Ônibus movido a etanol]]&lt;br /&gt;
* [[Usina Termelétrica de Juiz de Fora]]&lt;br /&gt;
* [[Veículo flex]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{referências|col=2}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== {{Ligações externas}} ==&lt;br /&gt;
* {{link|pt|2=http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/bbc/2007/07/31/ult4432u477.jhtm|3=Etanol &amp;quot;come a paisagem&amp;quot; do cerrado, diz jornal &amp;quot;Washington Post&amp;quot;}}&lt;br /&gt;
* {{link|pt|2=http://cienciaesaude.uol.com.br/ultnot/bbc/2007/10/25/ult4432u704.jhtm|Etanol|3=é ameaça ao cerrado, afirma relatório da ONU}}&lt;br /&gt;
* {{link|pt|2=http://veja.abril.com.br/300408/p_058.shtml|3=Ele é o falso vilão, Revista Veja}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Portal3|Ambiente|Brasil|Transporte}}&lt;br /&gt;
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		<author><name>Calimero0000</name></author>
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