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	<title>Condutividade elétrica - Histórico de revisões</title>
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	<subtitle>Histórico de edições para esta página nesta wiki</subtitle>
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		<id>https://wiki.nivel-teorico.com/index.php?title=Condutividade_el%C3%A9trica&amp;diff=8347&amp;oldid=prev</id>
		<title>Calimero0000: Criou nova página com &#039;{{revisão-sobre|Física}} {{sem notas|data=junho de 2011| angola=| arte=| Brasil=| ciência=| geografia=| música=| Portugal=| sociedade=|1=Este artigo ou secção|2=|3=...&#039;</title>
		<link rel="alternate" type="text/html" href="https://wiki.nivel-teorico.com/index.php?title=Condutividade_el%C3%A9trica&amp;diff=8347&amp;oldid=prev"/>
		<updated>2013-09-14T15:41:08Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;Criou nova página com &amp;#039;{{revisão-sobre|Física}} {{sem notas|data=junho de 2011| angola=| arte=| Brasil=| ciência=| geografia=| música=| Portugal=| sociedade=|1=Este artigo ou secção|2=|3=...&amp;#039;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;{{revisão-sobre|Física}}&lt;br /&gt;
{{sem notas|data=junho de 2011| angola=| arte=| Brasil=| ciência=| geografia=| música=| Portugal=| sociedade=|1=Este artigo ou secção|2=|3=|4=|5=|6=}}&lt;br /&gt;
{{Eletromagnetismo}}&lt;br /&gt;
&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Condutividade elétrica&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; (&amp;lt;math&amp;gt;\sigma&amp;lt;/math&amp;gt;) é usada para especificar o caráter elétrico de um [[Matéria|material]]. Ela é simplesmente o recíproco da [[resistividade]], ou seja, inversamente proporcionais e é indicativa da facilidade com a qual um material é capaz de conduzir uma [[corrente elétrica]]. A unidade é a recíproca de [[ohm]]-[[metro]], isto é, [(Ω-m)-1]. As seguintes discussões sobre propriedades elétricas usam tanto a resistividade quanto a condutividade.&lt;br /&gt;
: &amp;lt;math&amp;gt;\sigma= {1\over\rho}\,&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Materiais [[sólido]]s exibem uma espantosa faixa de condutividades. De    fato, uma maneira de classificar materiais sólidos é de acordo com a facilidade com que conduzem uma corrente elétrica; dentro deste esquema de classificação existem 3 grupamentos: condutores, semicondutores e isolantes. &lt;br /&gt;
Metais são bons condutores, tipicamente tendo condutividades da ordem de 107 (Ω-m)-1. No outro extremo estão os materiais com muito baixas condutividades, situando-se entre 10-10 e 10-20 (Ω-m)-1; estes são os isolantes elétricos. Materiais com condutividades intermediárias, geralmente entre 10-6 e 104 (Ω-m)-1, são denominados semicondutores.&lt;br /&gt;
No [[Sistema Internacional de Unidades]], é medida em [[siemens (unidade)|siemens por metro]].&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Constitui engano achar que o ouro é o melhor condutor elétrico. Na temperatura ambiente, no planeta Terra, o material melhor condutor elétrico ainda é a prata. Relativamente, a prata tem condutividade elétrica de 108 %; o cobre 100 %; o ouro 70 %; o alumínio 60 % e o titânio apenas 1 %. &lt;br /&gt;
O ouro, em qualquer comparação, seja no mesmo volume, ou na mesma massa, sempre perde em condutividade elétrica ou térmica para o cobre. Entretanto, para conexões elétricas, em que a corrente elétrica deve passar de uma superfície para outra, o ouro leva muita vantagem sobre os demais materiais, pois sua oxidação ao ar livre é extremamente baixa, resultando numa elevada durabilidade na manutenção do bom contato elétrico. &lt;br /&gt;
Entre os citados, o alumínio seria o pior material para as conexões elétricas, devido à facilidade de oxidação e à baixa condutividade elétrica da superfície oxidada. Assim, um cabo condutor de cobre com os plugues de contatos dourados levam vantagens sobre outros metais. &lt;br /&gt;
Uma conexão entre superfícies de cobre, soldada com prata constitui a melhor combinação para a condução da eletricidade ou do calor entre condutores distintos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{| border=&amp;quot;1&amp;quot; cellpadding=&amp;quot;5&amp;quot; cellspacing=&amp;quot;0&amp;quot; align=&amp;quot;center&amp;quot;&lt;br /&gt;
|+&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Tabela de Condutividades Elétricas&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
! style=&amp;quot;background:#efefef;&amp;quot; | Material&lt;br /&gt;
! style=&amp;quot;background:#efefef;&amp;quot; | Condutividade&amp;lt;br&amp;gt; (S.m/mm2)&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|[[Prata]]&lt;br /&gt;
|62,5&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|[[Cobre]] puro&lt;br /&gt;
|61,7&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|[[Ouro]]&lt;br /&gt;
|43,5&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|[[Alumínio]]&lt;br /&gt;
|34,2&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|[[Tungstênio]]&lt;br /&gt;
|18,18&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|[[Zinco]]&lt;br /&gt;
|17,8&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|[[Bronze]]&lt;br /&gt;
|14,9&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|[[Latão]]&lt;br /&gt;
|14,9&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|[[Níquel]]&lt;br /&gt;
|10,41&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|[[Ferro]] puro&lt;br /&gt;
|10,2&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|[[Platina]]&lt;br /&gt;
|9,09&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|[[Estanho]]&lt;br /&gt;
|8,6&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|[[Manganina]]&lt;br /&gt;
|2,08&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|[[Constantan]]&lt;br /&gt;
|2&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|[[Mercúrio (elemento químico)|Mercúrio]]&lt;br /&gt;
|1,0044&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|[[Nicromo]]&lt;br /&gt;
|0,909&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|[[Grafite]]&lt;br /&gt;
|0,07&lt;br /&gt;
|-&lt;br /&gt;
|}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Condutividade de semicondutores (com electrões e lacunas) ==&lt;br /&gt;
Num condutor sólido existe uma nuvem muito densa de&lt;br /&gt;
eletrões de condução, que não estão ligados a nenhum átomo em particular. Por exemplo,&lt;br /&gt;
os átomos de cobre no seu estado neutro têm 29 eletrões à volta do núcleo; 28 desses&lt;br /&gt;
eletrões estão fortemente ligados ao átomo, enquanto que o último eletrão encontra-se&lt;br /&gt;
numa [[órbita]] mais distante do núcleo e sai com maior facilidade para a nuvem de eletrões&lt;br /&gt;
de condução.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um pequeno deslocamento da nuvem de eletrões de condução faz acumular um excesso&lt;br /&gt;
de cargas negativas num extremo e cargas positivas no extremo oposto. As cargas positivas&lt;br /&gt;
são átomos com um eletrão a menos em relação ao número de protões. Quando se liga&lt;br /&gt;
um fio condutor aos elétrodos de uma pilha, a nuvem eletrónica é atraída pelo elétrodo&lt;br /&gt;
positivo e repelida pelo elétrodo negativo; estabelece-se no condutor um fluxo contínuo de&lt;br /&gt;
eletrões desde o elétrodo nega tivo para o positivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os semicondutores são materiais semelhantes aos isoladores, sem cargas de condução, mas&lt;br /&gt;
que podem adquirir cargas de condução passando a ser condutores, através de diversos&lt;br /&gt;
mecanismos: aumento da temperatura, incidência de [[luz]], presença de cargas elétricas&lt;br /&gt;
externas ou existência de impurezas dentro do próprio material.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente os [[semicondutores]] são construídos a partir de [[silício]] ou [[germânio]]. Os átomos de silício e de germânio têm 4 eletrões de valência. Num cristal de silício ou germânio, os átomos estão colocados numa rede uniforme, como a que aparece na figura abaixo: os 4 eletrões de valência ligam cada átomo aos átomos na sua vizinhança.&amp;lt;ref name=Villate&amp;gt;[ &amp;#039;&amp;#039;Eletricidade e Magnetismo&amp;#039;&amp;#039;. Porto: Jaime E. Villate, 20 de março de 2013. 221 págs]. [[Creative Commons]] Atribuição-Partilha (versão 3.0) [[ISBN]] 978-972-99396-2-4. Acesso em 11 jun. 2013.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Rede cristalina.png|thumb|left|250px|Rede cristalina num [[cristal]] de [[silício]] ou de [[germânio]].]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os átomos de arsénio têm 5 eletrões de valência. Se forem introduzidos alguns átomos de&lt;br /&gt;
arsénio num cristal de silício, cada um desses átomos estará ligado aos átomos de silício na&lt;br /&gt;
rede por meio de 4 dos seus eletrões de valência; o quinto eletrão de valência ficará livre&lt;br /&gt;
contribuindo para uma nuvem de eletrões de condução. Obtém-se assim um &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;semicondutor&lt;br /&gt;
tipo N&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;, capaz de conduzir cargas de um lado para outro, através do mesmo mecanismo&lt;br /&gt;
que nos condutores (nuvem de eletrões de condução).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os átomos de [[gálio]] têm três eletrões de valência. Nos &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;semicondutores tipo P&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; existem&lt;br /&gt;
alguns átomos de gálio dentro de um cristal de silício (ou germânio); os 3 eletrões de&lt;br /&gt;
valência de cada átomo de gálio ligam-no à rede, ficando um &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;buraco&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; onde um átomo de&lt;br /&gt;
silício tem um eletrão de valência que não está ligado a outro eletrão de um átomo vizinho.&lt;br /&gt;
Esses buracos também podem ser usados para transportar corrente; os eletrões podem&lt;br /&gt;
deslocar-se para um átomo de gálio na vizinhança, onde exista um desses buracos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na figura abaixo representam-se dois blocos semicondutores dos dois tipos, N e P. Cada bloco&lt;br /&gt;
é um cristal de silício ou de germânio; os círculos representam os átomos de [[arsênio]] e&lt;br /&gt;
de gálio introduzidos no cristal. Esses átomos encontram-se fixos na rede, em quanto&lt;br /&gt;
que os eletrões de condução, no &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;semicondutor N&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;, e os buracos no &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;semicondutor P&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;, podem deslocar-se entre os sítios(locais) onde existam outros átomos de arsénio ou de gálio.&amp;lt;ref name=Villate&amp;gt;[ &amp;#039;&amp;#039;Eletricidade e Magnetismo&amp;#039;&amp;#039;. Porto: Jaime E. Villate, 20 de março de 2013. 221 págs]. [[Creative Commons]] Atribuição-Partilha (versão 3.0) [[ISBN]] 978-972-99396-2-4. Acesso em 11 jun. 2013.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Semicondutores tipos.png|thumb|right|360px|Os dois tipos de semicondutores.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se os extremos do um fio semicondutor do tipo P forem ligados aos elétrodos de uma pilha.&lt;br /&gt;
Os buracos perto do elétrodo negativo serão preenchidos com eletrões fornecidos por esse&lt;br /&gt;
elétrodo; esses eletrões poderão saltar para outros buracos vizinhos e assim sucessivamente.&lt;br /&gt;
Os eletrões deslocam-se no sentido do elétrodo negativo para o positivo, mas saltam apenas&lt;br /&gt;
de um buraco para o vizinho. No entanto, os buracos deslocam-se todo o percurso desde o&lt;br /&gt;
elétrodo positivo até o negativo. É semelhante à circulação de automóveis à hora de ponta,&lt;br /&gt;
quando há filas compatas; os automóveis conseguem apenas deslocar-se uma pequena&lt;br /&gt;
distância no sentido da estrada, mas aparecem buracos na fila, que se deslocam rapidamente&lt;br /&gt;
no sentido oposto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim, quando ligamos um fio semicondutor entre os elétrodos da pilha, o resultado é o&lt;br /&gt;
mesmo, independentemente do tipo de semicondutor: passagem de cargas positivas do&lt;br /&gt;
elétrodo positivo para o negativo, e passagem de carga negativa do elétrodo negativo para&lt;br /&gt;
o positivo.&amp;lt;ref name=Villate&amp;gt;[ &amp;#039;&amp;#039;Eletricidade e Magnetismo&amp;#039;&amp;#039;. Porto: Jaime E. Villate, 20 de março de 2013. 221 págs]. [[Creative Commons]] Atribuição-Partilha (versão 3.0) [[ISBN]] 978-972-99396-2-4. Acesso em 11 jun. 2013.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos condutores líquidos, gasosos ou em pó existem cargas de condução tanto negativas&lt;br /&gt;
como positivas. Já vimos por exemplo o caso do eletrólito de uma pilha, onde existem iões&lt;br /&gt;
positivos e negativos. Num gás ionizado também existem iões positivos e negativos que&lt;br /&gt;
se podem deslocar dentro do gás. Quando existir uma fem entre dois pontos desse tipo&lt;br /&gt;
de condutores, os iões positivos e negativos deslocam-se em sentidos opostos. O efeito&lt;br /&gt;
resultante, em termos de condução de cargas, produzido pelo movimento dos dois tipos de&lt;br /&gt;
iões é o mesmo: entram cargas negativas no elétrodo positivo e entram cargas positivas no&lt;br /&gt;
elétrodo negativo.&amp;lt;ref name=Villate&amp;gt;[ &amp;#039;&amp;#039;Eletricidade e Magnetismo&amp;#039;&amp;#039;. Porto: Jaime E. Villate, 20 de março de 2013. 221 págs]. [[Creative Commons]] Atribuição-Partilha (versão 3.0) [[ISBN]] 978-972-99396-2-4. Acesso em 11 jun. 2013.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numa lâmpada fluorescente, uma força eletromotriz é usada para ionizar o gás. A ionização&lt;br /&gt;
do gás produz iões positivos e eletrões livres (ver figura abaixo). Se num determinado instante o [[elétrodo]] &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;A&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; estiver a maior potencial que o elétrodo &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;B&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;, os iões positivos deslocar-se-ão de A &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;para&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; B, e os eletrões de B &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;para&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; A. A passagem dessas partículas produz colisões com [[moléculas]] do gás que produzem mais iões e luz. Assim, uma vez aquecida, é precisa uma diferença de potencial menor para manter o fluxo de cargas na lâmpada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[File:Condutor ex.png|thumb|left|360px|Iões positivos e eletrões livres dentro de uma lâmpada fluorescente. No ponto o &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;elétrodo A&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; está a maior potencial que o &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;elétrodo B&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem outros mecanismos de condução das cargas elétricas, como por exemplo o que&lt;br /&gt;
é usado nos detetores de incêndio. Dentro do detetor existe uma câmara de&lt;br /&gt;
ionização (cilindro preto) onde a passagem de cargas é devida à produção de&lt;br /&gt;
[[partículas alfa]] emitidas por uma substância [[radioativa]]. As partículas alfa são núcleos de [[hélio]], com carga igual a duas unidades elementares de carga. As partículas são disparadas para fora da substância radioativa, passando pelo ar à volta da substância, antes de serem recolhidas num elétrodo no detetor. A presença de fumo introduz partículas sólidas no ar, que travam as partículas alfa, produzindo uma redução do número de partículas recolhidas no elétrodo. A redução do fluxo de cargas faz disparar um sinal de alarme.&amp;lt;ref name=Villate&amp;gt;[ &amp;#039;&amp;#039;Eletricidade e Magnetismo&amp;#039;&amp;#039;. Porto: Jaime E. Villate, 20 de março de 2013. 221 págs]. [[Creative Commons]] Atribuição-Partilha (versão 3.0) [[ISBN]] 978-972-99396-2-4. Acesso em 11 jun. 2013.&amp;lt;/ref&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Fórmula da Condução&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; no semicondutor representa-se por:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt;\sigma = q (n \mu _n+ p \mu _p) [\Omega . cm]^{-1} \,&amp;lt;/math&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde&lt;br /&gt;
: &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;&amp;lt;math&amp;gt;\sigma&amp;lt;/math&amp;gt;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; – condutividade&lt;br /&gt;
: &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;q&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; – módulo da carga eléctrica do electrão&lt;br /&gt;
: &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;n&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; – concentração de electrões&lt;br /&gt;
: &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;p&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; – concentração de lacunas &lt;br /&gt;
: &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;μn&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; – mobilidade dos electrões (1350 cm2/(V.s))&lt;br /&gt;
: &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;μp&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; – mobilidade das lacunas (500 cm2/(V.s))&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agitação térmica (ionização térmica) ⇒ quebra de ligação covalente⇒ geração de par electrão –lacuna.&lt;br /&gt;
Também por agitação térmica ⇒ restabelecimento de ligação covalente por recombinação de par electrão –lacuna&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;math&amp;gt; p = n = n _i \,&amp;lt;/math &amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
onde&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
: &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;p&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; - concentração de lacunas (lacunas / cm³)&lt;br /&gt;
: &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;n&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; - concentração de electrões livres (electrões / cm³)&lt;br /&gt;
: &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;&amp;lt;math&amp;gt;n _i \,&amp;lt;/math&amp;gt;&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; - concentração intrínseca (portadores / cm³)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A &amp;lt;math&amp;gt;n _i \,&amp;lt;/math&amp;gt;  é independente da concentração de impurezas dadores; é função da temperatura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{referências}}&lt;br /&gt;
== {{Ver também}} ==&lt;br /&gt;
* [[Resistividade]]&lt;br /&gt;
* [[Condutância elétrica]]&lt;br /&gt;
* [[Supercondutividade]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{esboço-física}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Eletromagnetismo]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Eletroquímica]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Grandezas físicas]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[ru:Электрическая проводимость#Удельная проводимость]]&lt;br /&gt;
[[uk:Електропровідність#Питома електропровідність]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Calimero0000</name></author>
	</entry>
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