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	<title>Autolatina - Histórico de revisões</title>
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	<updated>2026-06-20T16:21:31Z</updated>
	<subtitle>Histórico de edições para esta página nesta wiki</subtitle>
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		<id>https://wiki.nivel-teorico.com/index.php?title=Autolatina&amp;diff=11219&amp;oldid=prev</id>
		<title>Calimero0000: 1 edição importada</title>
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		<updated>2016-11-24T18:50:54Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;1 edição importada&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;[[Imagem:Autolatina-BG.svg|right|180px|Logotipo da Autolatina.]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Autolatina&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; foi uma &amp;#039;&amp;#039;[[joint venture]]&amp;#039;&amp;#039; formada entre a [[Ford]] e a [[Volkswagen]] nos mercados [[Brasil|brasileiro]] e [[Argentina|argentino]], entre [[1987]] e [[1996]].   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1987 Volkswagen e Ford anunciaram um acordo que formaria um gigante teoricamente imbatível no mercado, a Autolatina. Integrando as fábricas e operações das duas empresas, a ideia era compartilhar os custos e potencializar os pontos fortes de cada uma, em uma experiência tentada também em Portugal com a AutoEuropa. A campanha da nova joint-venture foi deflagrada no dia 1 de julho daquele ano, começando com a comunicação interna das duas empresas, assim como placa nos edifícios-sedes, jornais, emissora de rádio e televisão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de todo o processo ser cumprido em 1987, apenas em 1990 que as fabricantes iniciam o funcionamento da empresa, que tinha 51% de suas ações controlados pela Volkswagen e 49% pela Ford.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As empresas se concentraram em comunicar os seguintes pontos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Autolatina seria uma empresa holding; a Volkswagen e a Ford manteriam identidade e individualidade das suas marcas;&lt;br /&gt;
Os distribuidores Volkswagen continuariam vendendo e assistindo produtos Volkswagen, da mesma forma que os da Ford em relação aos seus produtos;&lt;br /&gt;
Não se tratava de uma incorporação ou fusão das duas empresas, e sim de um acordo operacional com benefícios para ambas e para seus públicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O mercado nos anos 80 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A estratégia de fusão teve relação com o momento que a indústria automobilística brasileira passava na segunda metade da década de 80, com retração de mercado interno e tímida participação das fabricantes brasileiras no mercado internacional. A estratégia buscava também garantir a permanência das duas fabricantes no mercado interno, aumentando suas taxas de lucro - tanto a Ford quanto a Volkswagen vinham de uma crise de vendas e espaço de mercado no início dos anos de 1980.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso da Ford, parecia mesmo ser a saída para sua permanência no país. Antes da fusão, a Volkswagen controlava 34% do mercado interno brasileiro, já a Ford, mantinha uma fatia de 21%. Após a fusão, passaram a controlar juntas, 60% do mercado brasileiro e 30% do argentino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em teoria, a fusão parecia uma saída ideal para as duas fabricantes num mundo cada vez mais globalizado. Porém, o estabelecimento concreto da Autolatina enfrentou sérias dificuldades internas e externas em seus sete anos de existência. O primeiro e grande problema a ser enfrentado foi a falta de investimento das matrizes. Dado a concorrência entre a Ford e a Volkswagen, em âmbito mundial, havia a dificuldade da troca de conhecimento técnico, debilitando as colaborações locais. Outro problema foi a constante tensão entre a Autolatina e os sucessivos governos brasileiros com os quais, por motivos diferentes, ela se desentendeu, ora por causa do congelamento de preços, ora por conta da supervalorização da moeda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro problema acontecia com os revendedores, pois como não houve inter-relação processo/produto/mercado, as vendas eram feitas em separado pelas fabricantes que, apesar da fusão, continuavam disputando o lançamento de carros novos no mercado, cada uma com sua marca de origem. No que diz respeito às altercações com o [[sindicato]], tanto as plantas da Ford como as da Volkswagen sofreram paralisações no período.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Trocas tecnológicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o período de atividade da Autolatina, a VW ofereceu à Ford os motores [[Volkswagen AP|AP-1600, AP-1800 e AP-2000]] além da plataforma do sedã Santana, que originou os modelos Versalles e o Royale com identidade Ford. A Ford, em contrapartida, ofereceu à VW os motores AE-1000 ([[CHT]]) e AE 1600 (CHT), além da plataforma do Escort, que originou os modelos Apollo, Logus e Pointer com identidade Volkswagen.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Modelos híbridos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Imagem Dupla|left|Apollo guilherme.jpg|160|Ford Verona.jpg|170|[[Volkswagen Apollo]]|[[Ford Verona]]}}&lt;br /&gt;
Com a Autolatina, as duas empresas passaram a ter operações conjuntas em diversos níveis, inclusive [[Badge Engineering|produtos compartilhados]]: a Volkswagen produzia os [[Ford Versailles]] e Ford Versailles Royale (derivados dos [[Volkswagen Santana]] e [[Volkswagen Santana Quantum]]) e a Ford produzia os [[Volkswagen Logus]] e [[Volkswagen Pointer]] (derivado do [[Ford Escort]]). Outros carros também marcaram a época como o [[Ford Verona]] e [[Volkswagen Apollo]], este o maior fracasso da parceria. Como curiosidade, o Apollo foi o carro [[Volkswagen]] produzido durante menos tempo em toda a história da marca - foram menos de dois anos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No início dos anos 90, a criação da Autolatina começou a ser questionada internamente. A equipe da Volkswagen, por exemplo, sentia-se incomodada com perda de mercado para o [[Uno Mille]] (que, como único veículo da categoria, era um crescente sucesso de vendas). A empresa queria entrar neste segmento de “populares”, mas a Ford tinha uma estratégia diferente, o que se evidencia pela sua tardia entrada neste mercado com o modelo [[Ford Ka]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, os engenheiros da Volkswagen percebiam que era chegada a hora de remodelar o [[Volkswagen Gol]], mas o pessoal da [[Ford]] não concordava com o investimento necessário, pois tinha outras prioridades na linha Escort. Além disto, havia entre o pessoal da Volkswagen a percepção de que seus produtos ganhavam mercado enquanto os da Ford perdiam. O tempo, porém, mostrou que ambas as marcas estavam perdendo terreno para a concorrência, inclusive devido à abertura do mercado e à entrada de novas empresas no setor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Modelos de chassis para Ônibus==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Motor dianteiro:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Ford B1618 (1993 - 1997)&lt;br /&gt;
* Ford B1621 (1997 - 1998)&lt;br /&gt;
* Volkswagen 16-180 CO (1993 - 1998)&lt;br /&gt;
* Volkswagen 16-210 CO (1998 - 2001)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O fim ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A decisão de dissolver a Autolatina e separar as duas empresas foi tomada no final de 1994 e efetivou-se em 1996, ocasião em que os sistemas de informação passaram a ser específicos a cada uma delas. A separação foi mais amigável do que pode parecer à primeira vista: foi uma questão ligada a filosofias e estratégias de negócio, com poucos traços de sentimentos e rancor. Um sinal claro disto foi que os empregados puderam optar pelo seu destino, ou seja, se iriam para a Ford ou para a Volkswagen, independentemente de sua origem. Desta forma, vários ex-funcionários da Ford ficaram na Volkswagen e vice-versa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre os problemas a solucionar estavam os produtos que usavam componentes das duas empresas (exemplo: o Escort com motor Volkswagen) e aqueles em que uma das fábricas produzia para a outra (exemplo: o [[Volkswagen Logus]] produzido pela Ford com motor Volkswagen). Para solucionar tal dilema, o acordo previa que, por um ano, produtos híbridos seriam mutuamente suportados. Após este período, cada empresa deveria estar capacitada a trabalhar com seus próprios recursos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências bibliográficas ==&lt;br /&gt;
*Leila BLASS. De volta ao futuro: o discurso empresarial e sindical no fim da Autolatina. São Paulo, Educ/Cortez/Fapesp, 2001. &lt;br /&gt;
*Luiz Carlos DI SERIO. Tecnologia, inovação e competitividade: o caso Volkswagen do Brasil. São Paulo, FGV, 2000.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ver também==&lt;br /&gt;
* [[Ford Motor Company|Ford]]&lt;br /&gt;
* [[Volkswagen]]&lt;br /&gt;
* [[Lista de fabricantes de automóveis]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==Ligações externas==&lt;br /&gt;
* [http://www.ford.com.br/ Página da Ford do Brasil]&lt;br /&gt;
* [http://www.vw.com.br/ Página da Volkswagen do Brasil]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Autolatina}}&lt;br /&gt;
{{Empresas automobilísticas do Brasil}}&lt;br /&gt;
{{Commonscat}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Ford]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Volkswagen]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Fabricantes de automóveis extintos do Brasil]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Fabricantes de automóveis extintos da Argentina]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Calimero0000</name></author>
	</entry>
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		<id>https://wiki.nivel-teorico.com/index.php?title=Autolatina&amp;diff=1059&amp;oldid=prev</id>
		<title>Calimero0000: uma edição</title>
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		<updated>2013-04-20T01:46:00Z</updated>

		<summary type="html">&lt;p&gt;uma edição&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Página nova&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;[[Imagem:Autolatina logo.png|thumb|Logotipo da Autolatina.]]&lt;br /&gt;
A &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Autolatina&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039; foi uma &amp;#039;&amp;#039;[[joint venture]]&amp;#039;&amp;#039; formada entre a [[Ford]] e a [[Volkswagen]] nos mercados [[Brasil|brasileiro]] e [[Argentina|argentino]], entre [[1987]] e [[1996]].   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== A Formação ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em [[1987]] [[Volkswagen]] e [[Ford]] anunciaram um acordo que formaria um gigante teoricamente imbatível no mercado, a Autolatina. Integrando as fábricas e operações das duas empresas, a ideia era compartilhar os custos e potencializar os pontos fortes de cada uma, em uma experiência tentada também em [[Portugal]] com a [[AutoEuropa]]. A campanha da nova &amp;#039;&amp;#039;[[joint-venture]]&amp;#039;&amp;#039; foi deflagrada no dia 1 de julho daquele ano, começando com a comunicação interna das duas empresas, assim como placa nos edifícios-sedes, jornais, emissora de rádio e televisão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de todo o processo ser cumprido em 1987, apenas em 1990 que as montadoras iniciam o funcionamento da empresa, que tinha 51% de suas ações controlados pela Volkswagen e 49% pela Ford.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As empresas se concentraram em comunicar os seguintes pontos: &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
*A Autolatina seria uma empresa &amp;#039;&amp;#039;[[holding]]&amp;#039;&amp;#039;; a Volkswagen e a Ford manteriam identidade e individualidade das suas marcas;&lt;br /&gt;
*Os distribuidores Volkswagen continuariam vendendo e assistindo produtos Volkswagen, da mesma forma que os da Ford em relação aos seus produtos;&lt;br /&gt;
*Não se tratava de uma incorporação ou fusão das duas empresas, e sim de um acordo operacional com benefícios para ambas e para seus públicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O mercado nos anos 80 ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A estratégia de fusão teve relação com o momento que a indústria automobilística brasileira passava na segunda metade da década de 80, com retração de mercado interno e tímida participação das montadoras brasileiras no mercado internacional. A estratégia buscava também garantir a permanência das duas montadoras no mercado interno, aumentando suas taxas de lucro - tanto a Ford quanto a Volkswagen vinham de uma crise de vendas e espaço de mercado no início dos anos de 1980.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso da Ford, parecia mesmo ser a saída para sua permanência no país. Antes da fusão, a Volkswagen controlava 34% do mercado interno brasileiro, já a Ford, mantinha uma fatia de 21%. Após a fusão, passaram a controlar juntas, 60% do mercado brasileiro e 30% do argentino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em teoria, a fusão parecia uma saída ideal para as duas montadoras num mundo cada vez mais globalizado. Porém, o estabelecimento concreto da Autolatina enfrentou sérias dificuldades internas e externas em seus sete anos de existência. O primeiro e grande problema a ser enfrentado foi a falta de investimento das matrizes. Dado a concorrência entre a Ford e a Volkswagen, em âmbito mundial, havia a dificuldade da troca de conhecimento técnico, debilitando as colaborações locais. Outro problema foi a constante tensão entre a Autolatina e os sucessivos governos brasileiros com os quais, por motivos diferentes, ela se desentendeu, ora por causa do congelamento de preços, ora por conta da supervalorização da moeda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro problema acontecia com os revendedores, pois como não houve inter-relação processo/produto/mercado, as vendas eram feitas em separado pelas montadoras que, apesar da fusão, continuavam disputando o lançamento de carros novos no mercado, cada uma com sua marca de origem. No que diz respeito às altercações com o [[sindicato]], tanto as plantas da Ford como as da Volkswagen sofreram paralisações no período.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Trocas tecnológicas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o período de atividade da Autolatina, a VW ofereceu à Ford os motores [[AP]]-1600, AP-1800 e AP-2000 além da plataforma do sedã Santana, que originou os modelos Versalles e o Royale com identidade Ford. A Ford, em contrapartida, ofereceu à VW os motores AE-1000 ([[CHT]]) e AE 1600 (CHT), além da plataforma do Escort, que originou os modelos Apollo, Logus e Pointer com identidade Volkswagen.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Modelos híbridos ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Imagem Dupla|left|Apollo guilherme.jpg|160|Ford Verona.jpg|170|[[Volkswagen Apollo]]|[[Ford Verona]]}}&lt;br /&gt;
Com a Autolatina, as duas empresas passaram a ter operações conjuntas em diversos níveis, inclusive [[Badge Engineering|produtos compartilhados]]: a Volkswagen produzia os [[Ford Versailles]] e Ford Versailles Royale (derivados dos [[Volkswagen Santana]] e [[Volkswagen Santana Quantum]]) e a Ford produzia os [[Volkswagen Logus]] e [[Volkswagen Pointer]] (derivado do [[Ford Escort]]). Outros carros também marcaram a época como o [[Ford Verona]] e [[Volkswagen Apollo]], este o maior fracasso da parceria. Como curiosidade, o Apollo foi o carro [[Volkswagen]] produzido durante menos tempo em toda a história da montadora - foram menos de dois anos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No início dos anos 90, a criação da Autolatina começou a ser questionada internamente. A equipe da Volkswagen, por exemplo, sentia-se incomodada com perda de mercado para o [[Uno Mille]] (que, como único veículo da categoria, era um crescente sucesso de vendas). A empresa queria entrar neste segmento de “populares”, mas a Ford tinha uma estratégia diferente, o que se evidencia pela sua tardia entrada neste mercado com o modelo [[Ford Ka]]. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, os engenheiros da Volkswagen percebiam que era chegada a hora de remodelar o [[Volkswagen Gol]], mas o pessoal da [[Ford]] não concordava com o investimento necessário, pois tinha outras prioridades na linha Escort. Além disto, havia entre o pessoal da Volkswagen a percepção de que seus produtos ganhavam mercado enquanto os da Ford perdiam. O tempo, porém, mostrou que ambas as marcas estavam perdendo terreno para a concorrência, inclusive devido à abertura do mercado e à entrada de novas empresas no setor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Modelos de chassis para Ônibus==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Motor dianteiro:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* Ford B1618 (1993 - 1999)&lt;br /&gt;
* Ford B1621 (1994 - 1999)&lt;br /&gt;
* Volkswagen 16-180 CO (1993 - 1999)&lt;br /&gt;
* Volkswagen 16-210 CO (1997 - 2001)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== O fim ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A decisão de dissolver a Autolatina e separar as duas empresas foi tomada no final de 1994 e efetivou-se em 1996, ocasião em que os sistemas de informação passaram a ser específicos a cada uma delas. A separação foi mais amigável do que pode parecer à primeira vista: foi uma questão ligada a filosofias e estratégias de negócio, com poucos traços de sentimentos e rancor. Um sinal claro disto foi que os empregados puderam optar pelo seu destino, ou seja, se iriam para a Ford ou para a Volkswagen, independentemente de sua origem. Desta forma, vários ex-funcionários da Ford ficaram na Volkswagen e vice-versa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dentre os problemas a solucionar estavam os produtos que usavam componentes das duas empresas (exemplo: o Escort com motor Volkswagen) e aqueles em que uma das fábricas produzia para a outra (exemplo: o [[Volkswagen Logus]] produzido pela Ford com motor Volkswagen). Para solucionar tal dilema, o acordo previa que, por um ano, produtos híbridos seriam mutuamente suportados. Após este período, cada empresa deveria estar capacitada a trabalhar com seus próprios recursos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
== Referências Bibliográficas ==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Leila BLASS. De volta ao futuro: o discurso empresarial e sindical no fim da Autolatina. São Paulo, Educ/Cortez/Fapesp, 2001. &lt;br /&gt;
*Luiz Carlos DI SERIO. Tecnologia, inovação e competitividade: o caso Volkswagen do Brasil. São Paulo, FGV, 2000.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=={{Ver também}}==&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
* [[Lista de fabricantes de automóveis]]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=={{Ligações externas}}==&lt;br /&gt;
*[http://www.autolatinaclube.blogspot.com &amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;Autolatina Clube&amp;#039;&amp;#039;&amp;#039;]&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
{{Autolatina}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
[[Categoria:Ford]]&lt;br /&gt;
[[Categoria:Volkswagen]]&lt;/div&gt;</summary>
		<author><name>Calimero0000</name></author>
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